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Iniciativa privada se une ao poder público para criar soluções

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Figueiredo, da startup TIMob, desenvolveu um sistema de rastreamento para caçambas - CRÉDITO:ALISSON J. SILVA

Daniela Maciel e Thaíne Belissa

A iniciativa privada também aparece como um importante aliado da gestão pública na busca de soluções para mobilidade urbana. Em Minas Gerais, empreendedores da nova economia enxergam no tema uma oportunidade de negócio e oferecem soluções inovadoras para questões que afetam o direito de ir e vir da população.

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Com sede em Belo Horizonte, a Raro Labs é uma empresa de tecnologia que desenvolveu um sistema de inteligência de semáforos que promete trazer melhoria para o fluxo de veículos nas vias e economia para a gestão pública. O sistema foi criado para concorrer a um edital de soluções inovadoras da prefeitura de São Paulo e está em fase de teste. De acordo com o cofundador da empresa, Rodrigo Sol, o sistema resolve um problema antigo das cidades que é a falta de comunicação entre os controladores de semáforos.

“É comum que as cidades tenham controladores de semáforos de fornecedores diferentes, que não conversam entre si. Então, qualquer problema que eles apresentem a solução é analógica: um técnico precisa se deslocar até o local e fazer alteração no próprio semáforo”, explica. O sistema desenvolvido pela Raro Labs criou uma linguagem única para esses controladores, de forma que a plataforma funciona como uma central que comanda remotamente os semáforos.

“Além de diminuir o tempo de manutenção dos semáforos, o que gera grande ganho para o trânsito, o sistema permite a reprogramação remota deles, de acordo com a necessidade ou para responder a eventos inesperados e críticos”, afirma. A linguagem única criada para comunicação entre os controladores também permite que a prefeitura fique livre para contratar esses equipamentos de quantos fornecedores quiser, aumentando a possibilidade de economia nas licitações. De acordo com o empreendedor, São Paulo será a primeira cidade a usar a solução e o objetivo da startup é gerenciar 5 mil dos 7 mil cruzamentos da cidade.

Caçambas – Outro exemplo de empresa que criou uma solução para a mobilidade urbana é a TIMob, sediada na Capital. A startup desenvolveu um sistema de gestão de controle de caçambas, equipamentos que enchem as ruas da cidade e, muitas vezes, são instalados e utilizados de forma irregular, atrapalhando o fluxo de veículos e gerando riscos de acidentes para o pedestre que passa próximo.

De acordo com o CEO da empresa, Júlio Figueiredo, o processo de aluguel e fiscalização de caçambas ainda é totalmente manual em boa parte das cidades. Hoje, o cidadão que deseja alugar a caçamba é quem deve ir até a prefeitura, pagar uma taxa para então apresentar o comprovante de pagamento a uma empresa que aluga o equipamento e solicitar a caçamba. A fiscalização também é manual: o fiscal passa pelas ruas fazendo as anotações sobre o posicionamento das caçambas e, em seguida, se dirige à prefeitura para conferir os registros daqueles equipamentos.

O sistema desenvolvido pela TIMob resolve o problema de gestão das caçambas porque reúne as empresas que alugam o equipamento e o poder público em um mesmo ambiente. Dessa forma, a própria empresa consegue solicitar e pagar on-line a taxa da prefeitura, poupando o cliente desse trabalho. Ao alugar a caçamba, a empresa deverá acessar o sistema e cadastrar aquele equipamento em utilização, informando a localização exata e o tempo de uso. Os fiscais da prefeitura, por sua vez, poderão acessar esse mesmo sistema para consultar, em tempo real, as informações relativas a determinada caçamba em via pública.

“O sistema ajuda o município a economizar com atendimento manual, além de oferecer um verdadeiro mapa das caçambas da cidade, o que resulta em melhor gestão e controle dos locais onde estão esses equipamentos”, explica. Segundo ele, a ferramenta acabou de ser desenvolvida e os primeiros testes estão sendo feitos em João Monlevade, na região Central de Minas Gerais.

RAIO X

– No Brasil, os transportes são responsáveis por 46% das emissões de CO2 no setor de energia. Essa porcentagem é quase o dobro da média mundial.
– Até 2019, mais de 3 mil cidades brasileiras precisam desenvolver planos que promovam uma mobilidade urbana mais sustentável e voltada para as pessoas, com ênfase no transporte coletivo e não motorizado.
– Quinta maior população do planeta: 207 milhões de pessoas, 86% das quais vivem nas áreas urbanas de mais 5.500 cidades.
– Para reduzir as mais de 40 mil mortes anuais no trânsito e atingir a meta estabelecida pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito da ONU, o Brasil precisa construir ruas e sistemas de mobilidade mais seguros.
– O BRT (Bus Rapid Transit) nasceu no Brasil e hoje beneficia milhões de pessoas ao redor do mundo.

Fonte: WRI Brasil

 

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