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Intenção das Famílias sobe pelo 3º mês seguido em BH

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o consumo das famílias cresceu 2,1% no segundo trimestre de 2019 - Crédito: Alisson J. Silva

Com a terceira alta consecutiva, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte registrou 81,4 pontos em outubro de 2018, ficando 1,9 ponto acima dos 79,5 pontos verificados em setembro deste ano. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o índice era de 73,3 pontos, o aumento foi de 8,1 pontos.

O indicador, apurado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG) com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é a melhor pontuação para o mês de outubro desde 2016. No entanto, a sequência de bons resultados não fez com que o índice alcançasse a fronteira de satisfação definida pelos 100 pontos.

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A analista de pesquisa da federação, Elisa Castro, ressalta que a expectativa no início do ano era de um aumento na confiança, mas o que aconteceu foi uma grande oscilação do índice durante o ano. Ela esclarece que o resultado do mês de outubro é reflexo do impacto de uma retomada econômica em ritmo lento e das incertezas do período eleitoral e que o aumento é sazonal, relacionado principalmente aos acréscimos na renda familiar via PIS/Pasep e 13º salário.

“O contexto mostrou uma desorientação com posicionamentos diferentes do indicador a cada mês. Esse crescimento é natural com a aproximação do final do ano. A renda extra traz um conforto e, com a chegada de datas comemorativas importantes, o hábito familiar é de planejar compras para o fim de ano”, afirmou.

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Emprego – Segundo o levantamento, todos os sete itens que compõem a ICF apresentaram aumento no período, e os destaques estão relacionados ao emprego. Único subíndice que configura na faixa de otimismo, o emprego atual saiu de 106,5 pontos em setembro, para 108,9 pontos em outubro. Houve melhora também no indicador de perspectiva profissional, que registrou 95,1 pontos em outubro, frente aos 92,6 pontos do mês anterior.

“O resultado positivo do mês foi guiado pela perspectiva do emprego. A expectativa dos chefes de família é de estabilidade no emprego atual e eles também esperam uma melhora profissional nos próximos meses”, comentou Elisa Castro.

O índice de renda atual assumiu, nesta avaliação, o valor de 99,3 pontos, resultado 3,2 pontos superior ao obtido em setembro (96,1 pontos). A maioria dos entrevistados (66,7%) afirmou que o rendimento em 2018 está igual ou melhor em relação ao ano passado. De acordo com a analista da Fecomércio-MG, o resultado está relacionado à inflação controlada, que permite que as famílias tenham mais oportunidades de utilizar o dinheiro para o consumo.

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