COTAÇÃO DE 27/05/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,7380

VENDA: R$4,7380

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,8300

VENDA: R$4,9460

EURO

COMPRA: R$5,0781

VENDA: R$5,0797

OURO NY

U$1.853,86

OURO BM&F (g)

R$284,80 (g)

BOVESPA

+0,05

POUPANÇA

0,6462%

OFERECIMENTO

Economia

Justiça bloqueia R$ 2,95 bilhões de mineradora

COMPARTILHE

Crédito: Brendan Mcdermid

São Paulo – A Justiça da Comarca de Barão de Cocais (MG) aceitou pedido do Ministério Público de Minas Gerais e da Defensoria Pública de Minas Gerais e determinou o bloqueio de R$ 2,95 bilhões de recursos da Vale, informou a mineradora ontem por meio de fato relevante.

Segundo o documento, a decisão teve como fundamento assegurar o ressarcimento de eventuais prejuízos de pessoas afetadas pelas retiradas de pessoal já ocorridas e pelas que porventura venham a ocorrer com relação à barragem Sul Superior, em Gongo Soco, em Barão de Cocais.

PUBLICIDADE




“A companhia ainda não foi formalmente notificada da decisão e adotará as medidas cabíveis no prazo legal”, afirmou a Vale.

Brucutu – A Vale disse que tomou conhecimento de decisões liminares, no âmbito de ações civis públicas movidas pelo Ministério Público mineiro (MPMG), que vão impactar “apenas” as operações da mina de Brucutu, de acordo com fato relevante divulgada ontem.

Conforme a mineradora, consequentemente Brucutu não retomará sua operação no prazo previsto anteriormente, com impacto anualizado estimado na produção de aproximadamente 30 milhões de toneladas de minério de ferro.

As decisões liminares determinaram, dentre outras providências, a paralisação de atividades das seguintes estruturas de contenção: Barragem Dique de Contenção Paracatu; Dique de Contenção Lavra Azul; Barragem Dicão Leste; Barragem do Mosquito; Dique de Contenção Cobras; Barragem Sul; Barragem Sabiá; B3; Dique da Estrada de São Gonçalo; Barragem Principal; Barragem Captação; Barragem Pocilga e Barragem Athayde.

PUBLICIDADE




Segundo a Vale, contudo, apenas Brucutu terá as operações afetadas, “em função da Barragem Sul receber descargas eventuais de sua usina de concentração”.

“A Vale tomou conhecimento das decisões, mas ainda não foi notificada. As decisões se basearam, principalmente, em notificação recebida pelo MPMG, contendo informações preliminares sobre as estruturas. A Vale continuará a adotar todas as medidas necessárias para garantir a segurança de suas barragens e tomará as medidas legais cabíveis no âmbito das ações judiciais”, destacou a mineradora. (Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!