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Lucro da estatal cresce 25 vezes no 3º tri

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Rio e São Paulo – A Petrobras reportou ontem lucro líquido de R$ 6,64 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 25 vezes na comparação com mesmo período do ano passado (R$ 266 milhões), mas abaixo da expectativa do consenso do mercado, diante de uma queda na produção de petróleo, com impacto na exportação, e maiores gastos com importações.

Na comparação com o segundo trimestre, quando a empresa registrou um resultado histórico com recebimentos bilionários de desinvestimentos, melhora financeira e maior mercado de derivados, houve uma queda de 34%.

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O resultado poderia ter sido melhor não fossem os acordos firmados com o governo dos Estados Unidos, para encerramento das investigações de casos de corrupção envolvendo a companhia, que tiveram impacto negativo de R$ 3,5 bilhões.

Excluindo-se os acordos com autoridades norte-americanas, bem como os efeitos do acordo da Class Action, o lucro líquido teria sido de R$ 10,3 bilhões, disse a petroleira.

“Diferenças dos resultados frente às nossas expectativas refletiram maiores gastos com importações de diesel e menores receitas com exportação devido à menor produção de petróleo, além de efeitos não recorrentes como o recentemente anunciado acordo de 3,5 bilhões com o Departamento de Justiça dos EUA”, disse a XP Investimentos em nota a clientes.

Segundo a XP, o resultado do trimestre ainda não reflete um cenário de operações normalizadas para a Petrobras, uma vez que a empresa teve que aumentar sua participação no mercado de importações dado que operadores independentes enfrentam dificuldades sob o atual regime de subsídios ao diesel.

Importadores independentes reclamaram que o cálculo dos subsídios não remunera adequadamente suas atividades. Há também queixas sobre atrasos para receber as subvenções devidas.

Somente a Petrobras reportou ter a receber R$ 2,2 bilhões referentes à terceira fase do programa de subvenção.

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Desinvestimentos – A Petrobras não conseguirá atingir sua meta de desinvestimentos de US$ 21 bilhões para o biênio 2017 e 2018, devido a impasses judiciais para vender importantes ativos, como a unidade de gasodutos no Nordeste (TAG) e fatias em refinarias, disse ontem o presidente-executivo da estatal, Ivan Monteiro.

Até o momento, a Petrobras informou a assinatura de US$ 7,5 bilhões de contratos para parcerias e vendas de ativos em 2017 e 2018, volume que poderá aumentar ainda dependendo do fechamento de novos contratos até o fim do ano.

Apesar de a empresa não atingir a meta de desinvestimentos, Monteiro reiterou que a petroleira irá atingir o indicador de alavancagem de 2,5 vezes (dívida líquida sobre Ebitda) no fim do ano, conforme previsto anteriormente, destacando bons resultados de política de preços de combustíveis e a recuperação dos preços do petróleo, entre outros fatores.

Mas o presidente-executivo da companhia destacou que a Petrobras está “colhendo uma série de frutos decorrentes” de sua recuperação. “É o terceiro trimestre seguido em que registramos lucro líquido… Arrumamos a casa. A retomada do nosso crescimento é positiva não só para a Petrobras, como também para o País…”, afirmou.

Além disso, a empresa obteve avanços relacionados à sua dívida, uma das maiores para uma empresa de petróleo no mundo. Segundo Monteiro, a expectativa é registrar dívida líquida abaixo dos US$ 70 bilhões de dólares no fim do ano, ante os US$ 72,9 bilhões de dólares no fim do terceiro trimestre. (Reuters)

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