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Mourão vê dificuldades em “banir” Huawei de leilões de 5G

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Crédito: Dado Ruvic/Reuters

Brasília – O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou ontem considerar difícil “banir” a Huawei dos leilões de 5G no Brasil, reconhecendo, no entanto, que haverá pressões nesse sentido.

Mourão lembrou que a fabricante chinesa de equipamentos para telecomunicações já atua no País há aproximadamente uma década e ponderou que a parte da infraestrutura já utilizada para o 4G será utilizada para a implantação do 5G, fato que dificulta ainda mais um veto à participação da empresa nos leilões.

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“Eu acho difícil você banir a Huawei da noite para o dia dos leilões que vão acontecer aqui no Brasil”, disse o vice-presidente em entrevista ao portal UOL. “Agora, pressões irão ocorrer neste sentido”, avaliou, lembrando que o tema é caro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, candidato à reeleição neste ano.

Há expectativa que a Huawei assuma papel fundamental na implementação da próxima geração de rede de alta velocidade na América Latina, apesar dos esforços dos Estados Unidos para conter o avanço da gigante chinesa.

A administração norte-americana já enviou recados alertando para possíveis impedimentos no fortalecimento da cooperação nas áreas de defesa e inteligência com o Brasil caso a empresa chinesa entre no mercado de 5G do País.

Para Mourão, a tensão entre EUA e China deve aumentar à medida que se aproxima o período eleitoral nos Estados Unidos.

“A Huawei já está aqui. A Huawei já está há mais de 10 anos aqui no Brasil. Parte da nossa rede de 4G usa os equipamentos da Huawei. As nossas operadoras não podem da noite para o dia simplesmente retirar isso”, disse o vice-presidente.

Na terça-feira, o governo do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou a proibição da Huawei em participar da rede 5G do Reino Unido, ordenando que as operadoras de telecomunicações removam os equipamentos da empresa da rede até 2027. Ontem, a China alertou que a decisão custará caro aos investimentos no Reino Unido.

No início de junho, pouco depois de criar o Ministério das Comunicações, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a pasta terá a tarefa de tocar o leilão da rede 5G no Brasil e afirmou já ter orientado que a discussão precisa levar em conta aspectos da soberania nacional, segurança de informações e dados e também a política externa, além de questões ­econômicas. (Reuters)

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