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OLX anuncia compra de 100% do Grupo Zap por cerca de R$ 2,9 bi

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Crédito: REUTERS/Ricardo Moraes

São Paulo – A empresa de classificados online OLX anunciou nesta terça-feira acordo para comprar o grupo de serviços imobiliários ZAP por R$ 2,9 bilhões em dinheiro, em uma transação financiada por seus dois acionistas europeus.

Em comunicado à imprensa, a OLX Brasil, joint venture entre a norueguesa Adevinta e a holandesa Prosus, afirmou que seus negócios são “altamente complementares” e que a transação oferece “grandes oportunidades para sinergias e criação de valor”.

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A OLX Brasil foi criada em 2010 e nos últimos anos tem se concentrado no mercado imobiliário. O Grupo Zap, criado a partir de uma fusão da ZAPImóveis com a Viva Real em 2017, teve em 2018 lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) negativo em R$ 18 milhões e receita líquida de R$ 217 milhões, segundo dados citados pela OLX.

A média de visitação em 2019 por mês foi de 28 milhões. A empresa não informou dados financeiros da adquirida no ano passado.

Em 2018 o faturamento da OLX Brasil subiu 70%, a R$ 312 milhões, enquanto a margem Ebitda foi de 10%, informou a empresa à Reuters em março passado. Em 2019, a OLX Brasil teve receita líquida de cerca de R$ 350 milhões.

“Com o Grupo ZAP, a OLX Brasil poderá oferecer a seus usuários mais de 12 milhões de anúncios de mais de 40 mil imobiliárias e de milhares de vendedores privados”, afirmou a companhia no comunicado.

A transação acontece num momento de retomada do mercado imobiliário doméstico, que tem incentivado construtoras e incorporadoras a registrarem pedidos para ofertas iniciais de ações (IPOs), diante de juros do Brasil na mínima histórica.

“As plataformas de classificados de imóveis têm crescido em popularidade e tráfego de visitantes. A indústria imobiliária (no Brasil) ainda precisa alcançar os níveis de maturidade vistos em outros mercados, por isso há muita oportunidade para crescimento”, afirmou a OLX no comunicado.

A expectativa é que a transação seja concluída no segundo semestre deste ano, após aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

(Reuters)

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