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Economia
Entre os segmentos que mais geraram vagas em Minas Gerais estão a agricultura, o setor de serviços e a construção civil - Crédito: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Com desempenho positivo vindo principalmente da agropecuária e do setor de serviços, as micro e pequenas empresas (MPEs) se destacaram na geração de empregos em Minas no primeiro semestre do ano. O saldo de postos de trabalho das MPEs chegou a 67 mil, o que corresponde a cerca de 80% do total do Estado, nesse período, que foi de 85.365. O saldo de empregos – diferença entre as contratações e demissões – das MPEs é quatro vezes superior ao total das médias e grandes empresas (MGEs), que foi 17.649.

Assistente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas), Gabriela Martinez informa que é possível perceber uma melhora gradual da geração de empregos pelas MPEs, sendo que esse é o melhor resultado em cinco anos.

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No primeiro semestre de 2015, o saldo de empregos das MPEs ficou em 22.325, número que caiu para 22.143 em 2016. Em 2017, houve alta, chegando a 57.594. E, em 2018, o saldo ficou em 66.107. Na relação do primeiro semestre 2019 com igual período de 2018, houve alta de 2%.

Gabriela Martinez reforça que os efeitos sazonais da agricultura em Minas, principalmente com a colheita do café, tradicionalmente impulsionam a geração de empregos. Mas a melhora dos resultados ao longo dos últimos anos mostra uma sinalização da melhora da economia.

Ainda segundo a assistente do Sebrae Minas, o bom desempenho das MPEs ocorre porque as empresas desse porte são a maioria, mas, sobretudo, porque esse tipo de negócio é mais sensível às mudanças da economia.

“De forma geral, se a economia vai mal, as MPEs vão sentir mais, demitindo e, em alguns casos, fechando as portas. As médias e grandes são mais robustas e suportam melhor as variações. Por outro lado, elas respondem aos sinais positivos com maior rapidez. É um termômetro importante”, diz. “Não estamos nos patamares pré-crise, mas são resultados positivos”, completa.

No acumulado de 2019 até junho, em Minas, as MPEs registraram 594.772 admissões, com as demissões chegando a 527.639. O saldo foi positivo em 67.083 vagas. Nas médias e grandes foram 332.679 admissões e 315.030 demissões, com saldo de 17.649. O levantamento do Sebrae Minas leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

Do saldo de 67 mil vagas das MPEs, a maior parte – 41,14% – foi gerada pela agricultura, extração vegetal, caça e pesca, com 27.601 vagas. Em seguida, também com destaque, veio o setor de serviços, com 26.604 vagas. Depois aparecem construção civil (10.772); indústria de transformação (7.529); extrativa mineral (490). O comércio apresentou saldo negativo, com menos 5.913 postos de trabalho.

No caso das MPEs, a região que mais se destaca na geração de empregos no acumulado do ano (até junho) foi o Sul de Minas, com 15.448 vagas. Em seguida está o Centro, com 14.971. Depois aparecem Triângulo (8.882); Noroeste e Alto Paranaíba (6.206); Rio Doce e Vale do Aço (4.593); Norte (2.011); Jequitinhonha e Mucuri (1.245);

Mensal – Levando-se em conta apenas junho, as MPEs de Minas tiveram saldo positivo de 14.090 vagas. Esse é o terceiro mês consecutivo com saldo positivo.

As ocupações com melhores resultados em junho foram trabalhador de cultura de café (2.889); trabalhador volante da agricultura (2.739); servente de obras (1.291); trabalhador agropecuário em geral (795); alimentador de linha de produção (528).

Ocupações com pior desempenho foram gerente administrativo (-163); supervisor administrativo (-96); gerente de loja e supermercado (-85); vendedor de comércio varejista (-82); gerente comercial (-70).

Ainda em junho, os municípios com maior saldo de empregos foram Belo Horizonte (2.647); Campos Altos (357); Betim (351); Uberlândia (295); Nova Lima (274). Os destaques negativos foram Nova Serrana (-295); Paracatu (-175); Ubá (-107); Governador Valadares (-103%); Arcos (-94%).

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