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Economia

Presidente da Boeing enfrenta duro questionamento

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Chicago – O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg , sob duras críticas devido à crise gerada pela queda de dois aviões 737 MAX, manteve seu emprego intacto em reunião anual de acionistas ontem e prometeu que a empresa reconquistará a confiança do público.

Diante da maior crise em seus quase quatro anos no comando da Boeing, Muilenburg ouviu perguntas duras sobre a crise do 737 MAX na reunião de acionistas. Após a queda dos aviões, os voos do modelo foram suspensos em todo o mundo e a empresa encara processos judiciais e investigações de autoridades.

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Muilenburg, também presidente do conselho de administração da Boeing, ouviu pedidos para que ele deixe um dos cargos. Entretanto, uma moção para dividir os papéis de presidente do conselho e de presidente-executivo não avançou e ele afirmou que vai continuar a liderar a Boeing.

A empresa obteve aprovação do Brasil mais cedo neste ano para comprar a divisão de aviação comercial da Embraer.

“Estou muito focado em segurança daqui para frente”, disse o executivo, quando foi questionado sobre a possibilidade de renunciar. “Minha clara intenção é continuar a liderar no front de segurança, qualidade e integridade”.

Entretanto, a Boeing terá que reconquistar a confiança de clientes, passageiros e autoridades, abalada com a queda dos aviões, que integram a família de jatos mais vendida da empresa.

“Sabemos que temos trabalho a fazer para reconquistarmos a confiança e vamos reconquistá-la”, disse Muilenburg.

Protesto – Família e amigos de Samya Stumo, 24 anos, norte-americana que estava entre os 157 mortos na queda do Boeing 737 Max da Ethiopian Airlines em 10 de março, fizeram um protesto silencioso, sob frio e chuva, do lado de fora do local onde a assembleia de acionistas da Boeing foi realizada, em Chicago.

O avião caiu pouco depois de decolar de Adis Abeba, cinco meses depois que um modelo similar operado pela Lion Air caiu na Indonésia, matando 189 pessoas que estavam a bordo.

Daniel Johnson, um engenheiro e acionista intermitente da Boeing desde 1984, afirmou que a companhia “deu um tiro no pé” ao permitir que o sistema anti-stall do avião, chamado de Sistema de Aumento de

Características de Manobrabilidade (MCAS), funcionasse apenas com um único sensor.

“A questão é: eles vão precisar de uma nova marca? Não sabemos o quanto o público em geral sabe realmente o que é um 737 MAX”, disse Johnson fora da assembleia.

Cerca de 150 acionistas participaram da assembleia, mas apenas um punhado questionou Muilenburg sobre o MAX ou sobre a pressão para a divisão de papéis na administração da empresa.

A agência de aviação dos EUA, FAA, pode liberar os voos do 737 MAX no final de maio ou na primeira parte de junho. (Reuters)

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