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Prévia do PIB recua 0,41% em janeiro, aponta o BC

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São Paulo – A atividade econômica brasileira iniciou o ano com contração acima do esperado em janeiro, de acordo com dados do Banco Central, em um mês marcado principalmente por perdas na indústria que reforçam a percepção de fraqueza do crescimento no início de 2019.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,41% em janeiro sobre o mês anterior, informou o BC em dado dessazonalizado ontem. Em dezembro, o índice subiu 0,21%.

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Na comparação com janeiro de 2017, o IBC-Br apresentou crescimento de 0,79% e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1%, segundo números observados.

“Esse resultado e outros indicadores divulgados anteriormente sugerem uma recuperação mais gradual da atividade econômica do que o previsto inicialmente”, afirmou o banco Bradesco em relatório.

O destaque negativo em janeiro ficou para a indústria, cuja produção teve queda de 0,8% sobre o mês anterior, no resultado mais fraco em quatro meses. O volume de serviços também surpreendeu ao recuar no mês, com queda no volume de 0,3% em relação a dezembro.

Somente o setor de varejo apresentou ganhos no início do ano, com as vendas subindo 0,4% em janeiro sobre o mês anterior, acima do esperado.

Em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou expansão 1,1%, mas com o ritmo desacelerando no final do ano e crescendo 0,1% no quarto trimestre sobre os três meses anteriores.

A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa para a atividade neste ano foi reduzida no último levantamento, com o PIB crescendo 2,01%, de 2,28% estimados antes.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB permaneceu em 2,80%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB.

Inflação – A estimativa para a inflação este ano subiu pela segunda vez seguida. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,87% para 3,89%.

Em relação a 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na projeção: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%).

Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic – Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019.

Hoje e quarta-feira (20), será realizada a segunda reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, responsável por definir a Selic.

Para o fim de 2020, a projeção para a taxa caiu de 8% ao ano para 7,75% ao ano. Para o final de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020. (ABr/Reuters)

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