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Crédito: USP Imagens

A recuperação de crédito em Belo Horizonte registrou alta de 3,22% em maio, levando-se em conta o acumulado de 12 meses. Nessa base comparativa, esse é segundo aumento consecutivo, sendo que, em abril, o índice havia avançado 0,84%. Os dados do Indicador de Recuperação de Crédito do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) foram divulgados ontem pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Economista da CDL-BH, Ana Paula Bastos explica que três fatores principais estão contribuindo para tal resultado. O primeiro deles é a desaceleração da taxa de desemprego, que aumenta a massa salarial e contribui para a quitação de débitos.

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O segundo fator é a redução dos juros, o que deixa as dívidas mais baratas. Por fim, com a inflação sob controle e em patamares considerados baixos, as famílias têm mais renda disponível, podendo pagar as dívidas.

Além disso, segundo a economista, pesquisas da CDL-BH apontam que os consumidores estão privilegiando o pagamento à vista, ou seja, evitando o endividamento. Ana Paula Bastos explica que esse comportamento está ligado ao temor que as pessoas ainda sentem do desemprego, devido ao cenário prolongado de recessão.

A pesquisa aponta ainda que o número de dívidas não quitadas registrou decréscimo de 1,7% em maio, também no acumulado de 12 meses. Neste ano, em todos os meses, esse indicador registrou queda.

Inadimplência – E, enquanto a recuperação de crédito subiu, a inadimplência caiu em Belo Horizonte na comparação anual. Conforme divulgado pela CDL-BH na semana passada, na relação maio 2019/maio 2018, o índice registrou retração de 0,29%.




Na passagem de abril para maio, a inadimplência teve elevação de 0,79%. Mas, segundo a CDL-BH, o resultado é o menor registrado, nessa base de comparação, nos últimos dois anos.

Segundo a pesquisa, a retração da inadimplência na Capital foi menor para o público feminino (-0,69%) que para o masculino (-1,68%). A diferença é atribuída ao fato de a taxa de desemprego ser maior para as mulheres.Além disso, os rendimentos do público feminino permanecem menores. Quanto à faixa etária, a inadimplência tem maior crescimento entre as pessoas com mais de 65 anos, com aumento de 20,7%. Nessa faixa, estão os aposentados, que normalmente têm queda na renda junto ao aumento de gastos com saúde.

Inadimplência no Estado sobe em maio

O número de consumidores de Minas Gerais com o nome inscrito no cadastro de devedores do Serviço de Proteção do Crédito (SPC) encerrou o mês de maio em alta. De acordo com o Indicador de Inadimplência do Conselho Estadual do SPC, na variação anual (Mai-19/Mai-18), o endividamento aumentou 2,44% entre os mineiros. Essa alta pode ser explicada pela elevação da inflação (acumulado dos últimos 12 meses em 4,65%) e pela queda da renda real média (-1,9%).

Na base de comparação mensal (Mai-19/Abr-19), houve um aumento de 1,88% no número de pessoas que estão inadimplentes em Minas Gerais. O montante de endividados na faixa etária acima de 65 anos foi o que mais cresceu (+33,17%). Entre os gêneros, a inadimplência foi maior entre as mulheres, com crescimento de 1,39%. Já entre os homens, houve elevação de 1,22%.

Em relação às dívidas, em maio, na comparação com o mesmo mês do ano anterior (Mai-19/Mai-18), houve redução de 1,77% no número de débitos vencidos. Na variação mensal (Mai-19/Abr-19), foi registrada uma alta de 2,06% no número de dívidas. Na abertura por faixa etária, a maioria das dívidas registradas também se concentrou entre as pessoas com mais de 65 anos (+27,27%).




Empresas – O número de dívidas das empresas mineiras, na comparação anual (Mai-19/Mai-18), apresentou queda de 2,55%. Essa é a primeira retração identificada pelo indicador nesta base de comparação em oito anos. Já na variação mensal (Mai-19/Abr-19), a quantidade de contas em atraso subiu 1,06%. O número médio de dívidas das empresas em maio de 2019 foi de 1,94 por CNPJ, sendo esta a menor média da série histórica. No mesmo período do ano anterior, era de 2,02 por empresa.

Já em relação à inadimplência, em maio deste ano, na variação anual (Mai-19/Mai-18), houve crescimento de 1,74% no número de pessoas jurídicas inadimplentes. Na base de comparação mensal (Mai-19/Abr-19), o endividamento das empresas subiu 1,43%. (Com informações da CDL-BH).

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