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Crédito: REUTERS/Paulo Whitaker

Diante das incertezas e oscilações na economia brasileira, o mercado de trabalho formal em Minas Gerais continua instável. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, embora positiva, a criação de emprego em Minas no mês de maio, de 18.380 vagas, foi menor tanto em relação a abril deste ano quanto ao mesmo mês do ano passado.

Ao todo, foram registradas 170.116 contratações contra 151.736 desligamentos no Estado, culminando com um saldo positivo de 18.380 empregos no mês passado. Para se ter uma ideia, em abril, o superávit chegou a 22.348, logo houve baixa de 17,75% em maio. Já no quinto mês de 2018, o saldo foi de 19.823, o que significa queda de 7,27% neste exercício.

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Apesar do resultado menor, o saldo no acumulado dos cinco primeiros meses de 2019 se manteve positivo em 75.175 vagas, oriundas da admissão de 197.109 pessoas menos a dispensa de 721.934 de profissionais.

Já quando considerado os últimos 12 meses, o superávit foi de 75.517 vagas. Neste caso, o total contratado foi de 1,799 milhão de trabalhadores e o total demitido de 1,724milhão de pessoas.

Na análise mensal, a principal contribuição negativa veio do setor de serviços, cujo saldo de emprego, segundo o Caged, ficou negativo em 189 vagas. No período, o setor contratou 55.915 trabalhadores e demitiu outros 56.104.

Na outra ponta, a maior contribuição veio da agropecuária com a geração de 15.066 postos de trabalho. O total admitido foi de 32.475 profissionais e o total dispensado chegou a 17.409. A justificativa se deve ao maior ritmo de colheita da safra do café no Estado, que teve início em abril.




No acumulado do ano até maio, as principais contribuições para a manutenção do resultado positivo vieram do setor de serviços (31.246), da agropecuária (27.381), da indústria da transformação (13.385) e da construção civil (11.861).

A única atividade com resultado negativo neste tipo de comparação foi a de comércio, cujo déficit no emprego foi de 10.953 vagas.

O setor se de serviços contratou 296.818 pessoas e demitiu 265.572 nos primeiros cinco meses deste ano. A agropecuária, por sua vez, admitiu 96.177 e desligou 68.796. Já a indústria da transformação contratou 127.793 e dispensou 114.408. A construção civil acolheu 95.547 e despediu 83.686.

Em relação aos últimos 12 meses, quando a criação de postos de trabalho chegou a 75.517 vagas, somente o setor de serviços gerou 47.076 empregos e a construção civil 12.910. A atividade de administração pública fechou 931 vagas.

Subsetores – Na análise mensal da geração de empregos formais no Estado em maio, por subsetores, o comércio varejista e a indústria metalúrgica foram os que mais geraram vagas. O comércio varejista foi responsável por 1.098 postos de trabalho no mês passado, enquanto a indústria metalúrgica por 940.

Por outro lado, o setor de serviços de serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção e redação encerrou 1.646 vagas em Minas somente em maio. A indústria de calçados fechou outras 478.




Desempenho no País é o pior desde 2016

Brasília – O Brasil registrou criação líquida de 32.140 vagas formais de emprego em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado ontem pelo Ministério da Economia. O resultado foi o pior para o mês desde 2016, quando foram fechados 72.615 postos de trabalho.

O dado de maio foi o segundo consecutivo no azul, mas veio bem abaixo da pesquisa Reuters com analistas, que indicava abertura de 71.050 vagas.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, houve criação líquida de 351.063 vagas, abaixo do total de 381.166 vagas geradas no mesmo período de 2018.

Dos oito setores pesquisados, cinco registraram criação líquida de empregos em maio. O destaque foi o setor de agropecuária, que puxou o resultado do mês com abertura líquida de 37.373 postos de trabalho.

Também abriram vagas o setor da construção civil (+8.459), serviços (+2.533), administração pública +(1.004) e extrativa mineral (+627).

Houve fechamento líquido, por outro lado, no setor comércio, com resultado negativo de 11.305 empregos formais. A indústria de transformação (-6.136) e os serviços industriais de utilidade pública (-415) completam as áreas que reduziram o saldo de empregados no mês.

Na esteira da reforma trabalhista, foram feitos 19.080 desligamentos por acordo entre empregador e empregado em maio. No mesmo período, foram criadas 7.559 novas vagas de trabalho intermitente e outras 50 de trabalho parcial.

No recorte geográfico, quatro das cinco regiões do país tiveram saldo positivo na geração de empregos, com destaque para o Sudeste, que respondeu por 29.4 mil empregos, seguido por Centro-Oeste (6.148), Norte (4.110) e Nordeste (3.319). A exceção foi a região Sul, que terminou o mês com o fechamento de 10.935 vagas formais de emprego.

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego caiu no trimestre até abril. O número de desalentados e subutilizados, por outro lado, bateu recorde.

O cenário de fragilidade econômica se mostrou no recuo de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, contribuindo para um mercado de trabalho ainda pouco aquecido.

O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento do PIB em 2019 para 0,8% ontem, quando previu um segundo trimestre de estabilidade na atividade. (ABr/Reuters)

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