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Economia
Secretaria da Fazenda argumenta que ajuda de custo pedida por funcionários foi mantida, mas, ainda assim, categoria segue paralisada - CREDITO:ALISSON J. SILVA

O atendimento ao público na Junta Comercial de Minas Gerais (Jucemg) está acontecendo de forma reduzida. Há uma semana, parte dos servidores do órgão decidiu entrar em greve devido à suspensão de ajuda de custo da categoria. A Associação dos Servidores da Junta Comercial (Asjuc) alega que a falta de diálogo está impedindo o retorno ao trabalho.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Fazenda informou ontem que, cerca de dois dias após o início da paralisação, o presidente da Jucemg, Bruno Falci, reuniu-se com os servidores e anunciou a decisão de manter a ajuda de custo mediante o cumprimento de metas já acordadas. “No entanto, mesmo com a garantia do pagamento do benefício, a paralisação continua”, diz a nota.

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Presidente da Associação dos Servidores da Junta Comercial (Asjuc), Alessandra Araújo diz que vem tentando negociar o fim da greve, mas não há diálogo por parte da presidência da Junta. Ela informou ontem que, dos 120 servidores da autarquia, 75 estavam em greve.

Segundo ela, a volta do pagamento da ajuda de custo – no valor médio de R$ 2.300 ao mês – foi informada a alguns trabalhadores em atividade, não havendo diálogo com os grevistas. Além disso, ela informou que é necessário negociar como será o cumprimento de metas de fevereiro, devido à paralisação.

Imbróglios – Alessandra Araújo explica ainda que há dois pontos que precisam ser esclarecidos com a Jucemg. Segundo ela, o reajuste da ajuda de custo foi cancelado. E, por outro lado, as metas devem ser revisadas para cima. Ela explica que o recebimento da ajuda de custo já é vinculado a metas, que vinham sendo cumpridas.

No final de janeiro, o governo suspendeu a ajuda de custo conquistada após movimento grevista realizado pelos servidores da Jucemg entre agosto de 2017 e janeiro de 2018. Na ocasião, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) informou que o pagamento da “ajuda de custo específica com valores diferenciados” seria restabelecido neste mês. Para tal, seria necessária a revisão de metas.

A ajuda de custo é de R$ 115 por dia trabalhado, o que dá uma média mensal de R$ 2.300. Esse valor foi reajustado no fim do governo Fernando Pimentel (PT) para R$ 140, mas os servidores não chegaram a receber o reajuste. Segundo Alessandra Araújo, o aumento foi cancelado pelo atual governo. A média salarial dos servidores da Junta, segundo a Asjuc, é de R$ 1.300.

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