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Setor de serviços cresce 3,3% em Minas Gerais

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Apesar do resultado positivo, os serviços prestados às famílias caíram 3% no bimestre - Créditos: Alisson J. Silva/Arquivo DC

O setor de serviços em Minas teve alta de 4,8% em fevereiro na comparação com igual período do ano passado. Entretanto, na passagem de janeiro para fevereiro, houve variação negativa de 0,3%, conforme divulgado na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Analista do IBGE Minas, Cláudia Pinelli informou que o índice vem mostrando forte influência negativa da retração dos serviços prestados às famílias, que teve queda de 2,6% na relação fevereiro 2019/fevereiro2018 e, no acumulado de janeiro e fevereiro, mostrou retração de 3%.

“A economia brasileira está muito ligada ao consumo das famílias e, por isso, esse tipo de serviços tem muito peso no indicador”, disse. Ela explica que a retração dos serviços prestados às famílias está ligada à fraca recuperação do mercado de trabalho. Fazem parte desse grupo atividades de hotéis, restaurante, academias, lavanderias, cabeleireiros, entre outras.

No acumulado deste ano (janeiro e fevereiro) em comparação a igual período de 2018, o setor de serviços avançou 3,3% no Estado, enquanto no acumulado de 12 meses houve alta de 0,6%.

Segundo Claudia Pinelli, ainda não é possível afirmar que tais resultados positivos indicam recuperação da atividade econômica, pois há certa instabilidade no índice, sendo necessário aguardar um período maior.

“A gente vê que o setor de serviço ainda está abaixo da alta histórica ocorrida em 2014”, diz.

De acordo com a analista, não foi possível detectar no indicador impactos da tragédia da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, já que atividades ligadas à indústria, como transportes, registraram aumento em fevereiro. O rompimento da barragem da mineradora ocorreu em 25 de janeiro, deixando ao menos 225 pessoas mortas e 52 desaparecidas.

Na relação fevereiro 2019/fevereiro 2018, o setor de serviços prestados às famílias foi o único a registrar queda (-2,6%) no Estado. Mostraram resultados positivos outros serviços, com alta de 29,4%; serviços de comunicação e informação (+6,1%); serviços profissionais, administrativos e complementares (+6%); transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (+1,8%).

Segundo o IBGE, a contribuição positiva do setor de informação e comunicação foi destaque também no País e vem de atividades como consultoria em tecnologia da informação; portais e provedores de conteúdos; edição integrada à impressão de livros e serviços de hospedagem na internet.

Na variação acumulada de 12 meses, em Minas, os resultados negativos atingiram serviços profissionais, administrativos e complementares (-2,7%); serviços prestados às famílias (-2,4%); serviços de informação e comunicação (-1,3%). Os setores que registraram crescimento nessa base comparativa foram outros serviços (+12,8%) e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (+3,9%).

Turismo – Em Minas, o índice de atividades turísticas caiu 3,1% na passagem de janeiro para fevereiro. Já no comparativo de fevereiro com igual mês do ano passado, houve ligeira queda de 0,1%. No acumulado do ano (janeiro e fevereiro), foi registrada queda de 1,31%.

Resultado é negativo na média nacional

Rio – O volume de serviços no País recuou 0,4% na passagem de janeiro para fevereiro. Essa é a segunda queda consecutiva do indicador, que já havia caído 0,4% entre dezembro e janeiro. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos outros tipos de comparação, no entanto, o setor de serviços apresenta altas: 3,8% na comparação com fevereiro do ano passado, 2,9% no acumulado do ano e 0,7% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de janeiro para fevereiro, três das cinco atividades de serviços pesquisadas pelo IBGE tiveram queda: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,6%), outros serviços (-3,8%) e serviços prestados às famílias (-1,1%).

Os serviços profissionais, administrativos e complementares mostraram estabilidade. O único segmento em alta foi o de serviços de informação e comunicação (0,8%).

A receita nominal dos serviços teve queda de 0,4% na comparação com janeiro e altas nas outras comparações: 6,5% em relação a fevereiro de 2018, 6% no acumulado do ano e 3,6% no acumulado de 12 meses. (Reuters)

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