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Economia

Usiminas adia nova linha de galvanização pela 2ª vez

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CREDITO: CHARLES SILVA DUARTE/Arquivo DC

Além dos investimentos 20% menores para este exercício, cujas projeções diminuíram de R$ 1 bilhão para R$ 800 milhões, devido a uma série de fatores, entre os quais, a lenta retomada da economia brasileira, a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas) decidiu também adiar a apresentação de uma nova linha de galvanização, ao Conselho de Administração, pelo mesmo motivo.

O projeto, que vem sendo trabalhado desde o ano passado e teve as primeiras informações divulgadas pelos próprios executivos da siderúrgica em abril de 2018, acabou sendo adiado pela segunda vez. É que meses depois, a companhia admitiu a decisão de deixar a apreciação da medida pelo conselho para 2019.

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No início deste exercício, em entrevista ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, o presidente Sergio Leite, confirmou que o projeto estava entre as três grandes frentes de trabalho da Usiminas e que a previsão era de que fosse aprovado até o fim do ano. Além da criação da nova linha de galvanização, ele se referia ainda à reforma do alto-forno 3 da usina de Ipatinga e à retomada da produção de aço bruto em Cubatão (SP).

“Dos três projetos, os mais prioritário é da reforma do alto-forno. O de galvanização, uma vez aprovado, levará de dois anos e meio a três para ser implantado. Já a retomada de Cubatão se tornou o menos prioritário, pela lenta retomada da economia brasileira”, justificou na época, revelando que todos eram projetos bilionários.

Procurada pela reportagem, a Usiminas confirmou o atraso na apresentação da proposta de nova linha de galvanização ao conselho, dizendo que o processo deverá ocorrer nos próximos 12 meses.

Além disso, em comunicado enviado ao mercado, a siderúrgica informou que “o projeto de eventual ampliação de sua linha de aços galvanizados na Usina de Ipatinga ainda se encontra em fase de estudos preliminares, não havendo qualquer definição sobre se e quando será submetido para deliberação pelo Conselho de Administração”.

Licenciamento – Sobre a decisão de cortar os investimentos previstos para este exercício, na semana passada, Leite reiterou o aumento sobre os aportes de 2018, que foram de R$ 462,7 milhões. Ele justificou que a metade da revisão dos aportes se deve ao atraso na obtenção do licenciamento ambiental para as obras de filtragem e empilhamento a seco dos resíduos de mineração.
Vale destacar que houve também a transferência de uma série de outros pequenos investimentos ligados a melhorias operacionais e automação da Usiminas para o ano que vem. Assim, a maior parte dos R$ 800 milhões previstos para 2019 ocorrerá no segundo semestre deste ano, já que no primeiro semestre foram investidos R$ 194 milhões.

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