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Vale implementa medidas de fomento econômico na área impactada por rompimento de barragem

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Crédito: REUTERS/Adriano Machado

Além da reparação necessária para mitigar os efeitos do rompimento da barragem I, em Brumadinho, a Vale entende como necessário criar oportunidades para uma maior diversificação das economias locais, ampliando a geração de emprego e renda para as populações atingidas.

O foco de tais projetos é assegurar a sustentabilidade social, econômica e ambiental dos territórios afetados. A empresa apoia iniciativas do poder público dos municípios e do governo estadual que permitam a diminuição de sua dependência da mineração. Para isso, várias parcerias estão e ainda deverão ser firmadas, com instituições públicas e privadas.

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“É necessário reconstruir, reparar e transformar territórios em busca de um legado longevo e positivo nas áreas social e econômica. São ações de curto, médio e longo prazos. O trabalho deve se estender pelos próximos cinco anos e, no caso de alterações mais profundas, o período de duração pode ser ainda maior”, explica a gerente executiva da reparação, Gleuza Jesué.

O trabalho, de acordo com ela, visa o desenvolvimento de vocações para desenhar novos cenários. Realizar investimentos de forma mais contundente em áreas como agricultura e turismo, sempre tendo como pano de fundo a sustentabilidade do meio ambiente.

Um exemplo são os agricultores de Brumadinho e Mário Campos impactados pelo rompimento. Suas propriedades estão sendo acompanhadas por equipes multidisciplinares para que possam ampliar suas atividades produtivas, gerando mais empregos e renda.

Trata-se do Programa de Fomento à Agricultura, que busca o desenvolvimento da atividade rural, principalmente a de base familiar, nessas localidades. Entre as ações está a ampliação do conhecimento e rastreabilidade e aperfeiçoamentos técnicos, organizativos e de infraestrutura. A proposta pretende ainda ampliar o acesso à rede varejista da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Ações de saneamento – Não só o fomento econômico está na pauta das ações de reparação da mineradora, mas também questões voltadas ao saneamento, principalmente àquelas ligadas à temática da saúde e requalificação urbana.

Um exemplo desse cuidado é a construção de cerca de 360 captações de recursos hídricos, superficiais e subterrâneas (poços), para abastecimento da população, além da instalação de sistemas de tratamento de água para adequação aos padrões de potabilidade. Tais medidas beneficiam a população dos 22 municípios impactados pelo rompimento.

Esses aspectos permitem avançar em termos de qualidade de vida, de maneira independente da atividade minerária.

“O grande desafio vai para além da gestão do impacto. Envolve o objetivo de deixar um legado positivo nesses territórios, contribuindo para a qualidade de vida e possibilitando o desenvolvimento da região com conexão dos saberes locais, a exemplo do que pode ser feito na agricultura. O estímulo ao protagonismo dos atores locais também é muito importante para a consolidação da mudança de patamar dessa qualidade de vida”, afirma a gerente.

De acordo com Gleuza, as bases para uma nova economia serão construídas coletivamente, com escuta ativa da população e do poder público. Essas bases passam por questão de logística, mobilidade e infraestrutura como um todo, incluindo saneamento e telecomunicações.

“E tem, principalmente, a base humana. Não se faz uma nova economia sem investir em educação, em mudança de perspectiva. Para mudar é preciso trabalhar com educação de base, com outra perspectiva e outro olhar”.

Trata-se de jogar luz numa outra forma de fazer negócio, numa abordagem moderna do desenvolvimento, historicamente atrelado à mineração.

“É um projeto ambicioso, mas só assim se consegue impulsionar a diversificação econômica e produtiva dos territórios atingidos, promovendo esse direito de a sociedade ter cidades mais sustentáveis. É a forma mais estruturante de se atuar quando se enxerga o território de forma mais integrada, envolvendo poder público e sociedade”, destaca a gerente.

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