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Créditos: Marcelo Camargo/ABr

Os supermercados mineiros devem ter incremento nas vendas de 5,6% na Páscoa deste ano em relação a igual período de 2018, segundo projeção divulgada ontem pela Associação Mineira dos Supermercados (Amis). O índice está pouco acima do apresentado no ano passado, que foi de 5,3%.

Segundo o superintendente da Amis, Antônio Claret, esse pequeno acréscimo está amparado no efeito calendário, pois este ano a Semana Santa se distanciou um pouco mais do período de início de ano, que acumula diversas despesas.

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“O posicionamento da Páscoa um pouco mais tarde favorece o consumo, pois evita a mistura com o início do ano e dívidas típicas do período”, diz Claret. Em 2018, o Domingo de Páscoa caiu em 1º de Abril, enquanto neste ano a data será comemorada no dia 21 de abril.

Neste ano está mantida a mudança comportamental do consumidor, que vem buscando opções além dos ovos de chocolate. De acordo com a Amis, a projeção é de que a venda de ovos de chocolate tenha aumento de 4%, enquanto o comércio dos demais tipos de bombons e chocolates deve crescer 6%. O incremento na venda de pescados deve ser da ordem de 7%.

“Há alguns anos o consumidor tem levado chocolates em barra e bombons no lugar do ovo. E a oferta dos ovos grandes caiu mais ainda, em função do custo”, diz Claret. Com isso, a indústria vem trabalhando para oferecer alternativas como caixas de bombons com brindes em substituição aos tradicionais ovos. E, entre aqueles que optarem pelos ovos, a maioria deve comprar o doce de 150 gr.

Balanço – Além de informar as projeções para a Páscoa, a Amis divulgou ontem o Termômetro de Vendas. Segundo o levantamento, as vendas tiveram queda de 2,84% em fevereiro no comparativo com janeiro. Já na relação anual – fevereiro 2019/fevereiro 2018 – houve alta de 1,13%.




Claret explica que a retração no comparativo mensal é considerada dentro da normalidade devido ao efeito calendário, já que fevereiro é um mês mais curto que janeiro. Além disso, interfere no resultado a retração do emprego registrada no último trimestre (dezembro/fevereiro). Por fim, os resultados de fevereiro também são impactados pelo comprometimento da renda das famílias com pagamentos de dívidas típicas do período.

A retração nas vendas dos supermercados, na passagem de janeiro para fevereiro, aconteceu em todas as regiões do Estado. Na região Central, a redução nos resultados foi de 2,64%, sendo o melhor resultado. Em seguida aparecem Zona da Mata (-2,68%); Norte (-3,04%); Triângulo (-3,07%); Centro-Oeste (-3,11%); Sul (-3,16%), Rio Doce (-3,26%).

Mesmo com a queda de fevereiro, está mantida a projeção de crescimento anual de 4% nas vendas dos supermercados mineiros. Claret explica que, no acumulado do ano, os resultados estão positivos: nos dois primeiros do ano a alta foi de 1,99% na comparação com iguais meses do exercício anterior.

No ano passado, no acumulado dos dois primeiros meses do ano, a alta tinha sido de 0,58%.

Ainda segundo o superintendente, o índice de crescimento anual de 4% para 2019 é um número bastante cuidadoso. “Não estamos trabalhando com um grande aumento de vendas em caso de aprovação da reforma da Previdência. Caso isso ocorra, ajustamos os números para cima”, diz.

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