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Vendas do varejo aumentam 1,99% em BH

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Inflação e taxa de juros menores explicam a melhora nos resultados do comércio da Capital - Crédito: ALISSON J. SILVA / ARQUIVO DC

O varejo da capital mineira iniciou o segundo semestre de 2019 com um resultado positivo. Em julho, as vendas tiveram crescimento de 1,99% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Esse índice é o melhor registrado nesta base de comparação desde 2014 e é reflexo de um ambiente econômico melhor quando comparado aos últimos anos. As informações foram divulgadas ontem pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

“Estamos com indicadores macroeconômicos como inflação e taxa de juros em patamares menores, além da redução do desemprego. Juntos, estes fatores contribuem para que os belo-horizontinos tenham renda disponível para retornar ao mercado do consumo”, explica o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

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“Além disso, com a redução da inadimplência, os moradores da Capital têm acesso novamente ao crédito, o que é muito importante para o aquecimento do comércio”, acrescenta.

Nesta base de comparação, o segmento que apresentou o melhor desempenho foi o de artigos diversos, que incluem acessórios em couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo, material fotográfico, computadores e periféricos e artefatos de borracha, que teve alta de 4%.

Os demais setores que tiveram alta se comportaram da seguinte forma: supermercados (3,6%); eletrodomésticos e móveis (2,9%); material elétrico e de construção (2,3%); drogarias e cosméticos (2,2%); vestuário e calçados (0,9%); veículos e peças (0,4%) e papelaria e livrarias (0,3%). O único setor que apresentou redução foi o de informática (-0,1%).

Na comparação com o mês imediatamente anterior, o índice real de vendas apresentou crescimento de 1,19% em julho. Mesmo o mês de junho sendo uma base forte de comparação por contar com as vendas do Dia dos Namorados, o resultado de julho foi superior por ter três dias úteis a mais que o mês imediatamente anterior, além de contar com liquidações e promoções.

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Nesta base de comparação a maioria dos setores teve crescimento, comportando-se da seguinte maneira: artigos diversos (3,3%); material elétrico e de construção (3,1%); supermercados (1,7%); veículos e peças (1,6%); papelarias e livrarias (1,2%); eletrodomésticos e móveis (1,1%); vestuário e calçados (0,5%) e drogarias e cosméticos (0,4%). Já o segmento de informática apresentou queda de 0,2%.

Acumulado – As vendas no acumulado dos sete primeiros meses deste ano tiveram crescimento de 1,64%, ante igual intervalo de 2019, mas apesar do resultado positivo, esse percentual foi menor do que o registrado no exercício passado, que foi de 2,73%. “A economia do País vem melhorando, mas em ritmo abaixo do esperado, o que reflete no consumo das famílias e no resultado das vendas na capital”, esclarece o presidente da CDL/BH.

Nesta base de comparação, todos os segmentos apresentaram crescimento: eletrodomésticos e móveis (3%); drogarias e cosméticos (2,4%); supermercados (2,4%); material elétrico e de construção (2%); artigos diversos (1,4%); informática (1,1%); vestuário e calçados (0,7%); papelarias e livrarias (0,7%) e veículos e peças (0,1%).

Nos últimos 12 meses varejo acumulou alta de 1,14 % nas vendas. Assim como no acumulado do ano, o índice de crescimento foi menor do que o apresentado em 2018.

“O resultado apresentado nesta base de comparação ainda é menor do que o esperado e reflete o processo gradual da retomada da atividade econômica. Acreditamos que a aprovação das reformas estruturais necessárias para o desenvolvimento País, a redução da taxa de juros e a inserção de renda extra na economia via FGTS e PIS/Pasep proporcionarão uma aceleração do crescimento econômico e das vendas no segundo semestre”, conclui o presidente da CDL/BH.

Todos os segmentos tiveram resultados positivos nos últimos 12 meses: drogarias e cosméticos (1,7%); material elétrico e de construção (1,6%); supermercados (1,6%); papelaria e livrarias (1,2%); artigos diversos (1,2%); veículos e peças (1,1%); eletrodomésticos e móveis (0,7%) e informática (0,7%). (Da Redação)

Empresários menos confiantes no País

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,5 ponto em setembro, ao passar de 98,7 para 97,2 pontos. Apesar disso, o resultado não altera a tendência do indicador em médias móveis trimestrais, que subiu 1,3 ponto.

“A queda da confiança em setembro foi influenciada pela piora da percepção dos empresários com o ritmo de vendas no mês. Mesmo assim, o resultado não foi suficiente para alterar a tendência positiva do terceiro trimestre. Para os últimos meses do ano, o cenário ainda é de recuperação gradual do setor, impulsionada pela liberação de recursos do FGTS e das melhoras, ainda que tímidas, da confiança dos consumidores e do mercado de trabalho.”, avalia o coordenador da Sondagem do Comércio da FGV Ibre, Rodolpho Tobler.

Em setembro, a confiança caiu em oito dos 13 segmentos. A piora do índice foi totalmente influenciada pelo recuo do Índice de Situação Atual (ISA-COM), que caiu 3,6 pontos, ao passar de 95,7 para 92,1 pontos, depois de duas altas consecutivas. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) voltou a avançar (0,7 ponto), atingindo 102,5 pontos.

Resultado trimestral – Mesmo com o resultado negativo em setembro, a média do índice de confiança no 3º trimestre ficou 3,3 pontos acima do 2º trimestre, com o ISA-COM registrando a primeira variação positiva em 2019, nesta métrica de comparação. O resultado reforça que, mesmo que o resultado pontual não tenha sido tão positivo, o setor segue no caminho gradual de recuperação. (Da Redação)

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