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São Paulo – A operadora logística VLI e a produtora de aço Aperam, com planta em Timóteo, no Vale do Aço, ampliaram uma parceria para o transporte ferroviário de cargas no Brasil, diminuindo o volume de caminhões na cadeia de produção da siderúrgica, informaram as companhias na sexta-feira (24).

Pelas expectativas das empresas, a parceria deve crescer 300% neste ano em comparação com o ano anterior, com a VLI transportando matérias-primas, materiais siderúrgicos e placas de aço para a Aperam, empresa criada em 2011 a partir do desmembramento da área de inox da ArcelorMittal.

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Segundo a VLI, dois dos fluxos tiveram início neste ano: o transporte de matérias-primas para a usina da Aperam em Timóteo e o envio de placas de aço do interior mineiro para o Espírito Santo, de onde são exportadas.

Considerando as três movimentações, a previsão para 2020 é de que os fluxos superem as 300 mil toneladas, segundo a VLI.

Antes do acordo, o fluxo de matérias-primas para a siderúrgica era realizado pelo modal rodoviário, o que faz com que a ampliação da parceria tenha resultado em uma forte redução no número de caminhões na cadeia da Aperam.

“Temos fluxos de grande porte, e a operação nos trilhos nos permitiu tirar cerca de 1.300 caminhões por mês das rodovias”, disse em nota o gerente executivo de logística da Aperam, Maurício Rodrigues, que vê bons resultados socioambientais com o projeto, “uma alternativa mais limpa de abastecimento”.

Antes dos novos acordos, a VLI já realizava o transporte ferroviário de bobinas de aço carbono da siderúrgica entre o Vale do Aço e o terminal de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A unidade da Aperam na América do Sul, antiga Acesita, possui capacidade instalada de 900 mil toneladas de aço líquido e dois altos-fornos em sua planta industrial, trabalhando com linhas de aço inox, aço elétrico e aço carbono especial, segundo dados fornecidos pela companhia. (Reuters)

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