Créditos liberados pela instituição beneficiaram negócios de todos os segmentos e portes | Crédito: Divulgação

O Banco do Nordeste investiu, no primeiro semestre deste ano, R$ 18,4 bilhões na economia regional, valor correspondente a mais de 2,3 milhões de operações. São novos créditos que beneficiaram empreendimentos de todos os segmentos e portes dos nove estados da Região e do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

O valor aplicado pelo Banco do Nordeste, em meio à pandemia de Covid-19, foi praticamente igual ao realizado no primeiro semestre de 2019, quando o Banco contratou R$ 18,8 bilhões.

“Esse desempenho reforça a importância do Banco do Nordeste como agente de desenvolvimento da região e evidencia o cumprimento de sua missão de estar ao lado dos empreendedores nas adversidades”, realça o presidente do Banco, Romildo Carneiro Rolim.

O presidente da instituição afirma, ainda, que “o Banco do Nordeste, além de estar cumprindo seu papel, integrado às diretrizes do governo federal, está, cada vez mais, aprimorando seus processos de crédito para atender as demandas de acordo com as necessidades dos empreendedores, conferindo celeridade na concessão do financiamento e mais comodidade para o cliente”.

Do total aplicado este ano, R$ 12,5 bilhões, distribuídos em 282,3 mil operações, são oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento Nordeste (FNE), principal funding do banco.

No mesmo período, o BNB aplicou R$ 4,3 bilhões na região semiárida do Nordeste, valor equivalente a 45,4% dos recursos do fundo. Do montante aplicado com recursos do FNE, destacam-se as contratações com Micro e Pequenas Empresas, que somam R$ 2,2 bilhões, distribuídas em mais de 24 mil operações de crédito.

Microcrédito – Por meio dos programas de microfinanças, o Banco do Nordeste investiu R$ 6,1 bilhões neste primeiro semestre do ano. Em meio à pandemia, somente o programa de microcrédito urbano, Crediamigo, contratou, nesse período, R$ 4,9 bilhões por meio de 2 milhões de operações. Já o Agroamigo, programa de microcrédito rural, realizou 242,9 mil operações, correspondentes a R$ 1,2 bilhão.

Crédito especial – Durante a pandemia, a partir de 16 de março, o banco buscou diversas formas de minimizar os efeitos da crise econômica em sua área de atuação.

Para isso, além das novas contratações, o banco suspendeu parcelas dos financiamentos de longo prazo e prorrogou também os empréstimos do programa de microcrédito urbano, levando prestações que venceram entre março e maio para o final dos empréstimos.

O BNB também está operacionalizando a linha FNE Emergencial, criada exclusivamente para apoiar os empreendedores durante a pandemia. A linha de crédito está disponível até 30 de setembro e oferece taxa de 2,5% ao ano tanto para investimentos como para capital de giro.

Os novos financiamentos têm carência até dezembro deste ano e limites de R$ 200 mil para investimento e R$ 100 mil para capital de giro isolado. (Da Redação)