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Crédito: Ueslei Marcelino/Reuters

Brasília – Com o forte desequilíbrio entre receitas e despesas por causa das medidas para enfrentamento ao novo coronavírus, a dívida bruta brasileira saltou a 79,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em abril, sobre 78,5% em março, ao maior patamar da série histórica iniciada pelo Banco Central (BC) em dezembro de 2006.

Em pesquisa Reuters, a expectativa era de uma dívida ainda maior no mês, de 81% do PIB.

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Já a dívida líquida cresceu a 52,7% do PIB, ante 51,7% no mês anterior e projeção de que fosse a 52,4% do PIB.

Na quinta-feira, o Tesouro Nacional estimou que, como consequência das ações já tomadas para combate aos efeitos econômicos da pandemia, a dívida bruta passe de 75,8% do PIB em 2019 para mais de 93% neste ano. A dívida líquida, por sua vez, deve pular de 55,7% para cerca de 68% do PIB.

Setor consolidado – Segundo dados divulgados pelo BC, na sexta-feira (29), o aumento da dívida veio na esteira do forte déficit primário registrado pelo setor público consolidado, de R$ 94,303 bilhões em abril – rombo histórico para todos os meses da série do BC iniciada em dezembro de 2001.

O déficit do governo central (governo federal, BC e Previdência) foi de R$ 92,165 bilhões no período. Enquanto isso, estados e municípios ficaram no vermelho em R$ 1,943 bilhão e as empresas estatais tiveram déficit de R$ 195 milhões.

Sobre o desempenho do governo central, o Tesouro já havia informado que o déficit de abril havia sido impactado, do lado da receita, pelo forte volume de diferimento de impostos e, no caso das despesas, por medidas de enfrentamento à crise de quase R$ 60 bilhões, com destaque para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, que somou R$ 35,8 bilhões no mês.

De janeiro a abril, o déficit do setor público consolidado foi a R$ 82,583 bilhões e, em 12 meses, a R$ 164,429 bilhões (2,25% do PIB), bem mais que o dobro do observado em todo o ano de 2019.

Segundo o Tesouro, a projeção de déficit primário para o setor público é de R$ 708,7 bilhões, ou 9,9% do PIB, cálculo que leva em conta as medidas implementadas até aqui.

Com novas frustrações de receita e eventual renovação de programas, o rombo passará de 10% do PIB.

O déficit nominal, que inclui o pagamento de juros da dívida pública, alcançou R$ 115,820 bilhões em abril e saltou a R$ 545,716 bilhões no acumulado em 12 meses, ao patamar de 7,48% do PIB. (Reuters)

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