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Crédito: Amanda Perobelli/Reuters

São Paulo – O Ibovespa fechou acima dos 104 mil pontos ontem, o que não acontecia desde março, com ações de varejo e de telecomunicações liderando as altas, em sessão ainda apoiada por ganhos em Wall Street após notícias positivas sobre vacinas contra o Covid-19.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,49%, a 104.426,37 pontos, encerrando perto da máxima da sessão, de 104.438,58 pontos. O volume financeiro somou R$ 39,2 bilhões, ampliado pelo vencimento de opções sobre ações, que movimentou R$ 12 bilhões.

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No exterior, vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford produziu resposta imunológica em testes clínicos de estágio inicial, corroborando esperança de que possa ser usada até o final do ano.

Em paralelo, a alemã BioNTech e a norte-americana Pfizer relataram dados adicionais de sua vacina experimental contra o Covid-19 que mostraram que ela é segura e induziu resposta imunológica nos pacientes.

Também no radar dos mercados esteve proposta apresentada a líderes da União Europeia para um pacote de recuperação econômica do bloco no âmbito da pandemia que inclui 390 bilhões de euros em subsídios e 360 bilhões de euros em empréstimos.

Após começar a sessão sem tendência definida, com o aumento de casos de coronavírus nos Estados Unidos ainda pressionando a confiança de investidores, o norte-americano S&P 500 fechou o dia com alta de 0,8%. O Nasdaq Composite terminou com elevação de 2,5%.




“Avanços no desenvolvimento de vacinas têm sido eficazes para sustentar ativos de risco, à medida que os investidores continuam avaliando o caminho de volta à normalidade para a atividade econômica e a vida cotidiana”, afirmou equipe do Goldman Sachs em nota.

No Brasil, a semana também marca o começo da temporada de resultados, com WEG abrindo o calendário de divulgações do Ibovespa amanhã antes da abertura da bolsa.

Dólar – A moeda americana começou a semana em queda ante o real, firmando baixa na parte da tarde conforme os mercados globais se animaram com as notícias promissoras sobre as potenciais vacinas.

A moeda brasileira esteve entre as de melhor desempenho global na sessão, mantendo padrão de amplas oscilações diante do que analistas classificam como efeito colateral de menores volumes de negócios.

O dólar à vista caiu 0,75%, a R$ 5,3419 na venda. Na B3, o dólar futuro tinha baixa de 0,73%, a R$ 5,3485.

A queda do dólar ante o real na sessão manteve a taxa de câmbio “presa” a uma faixa cada vez mais estreita no fechamento – na qual está desde meados de junho – e que contrasta com as amplas variações percentuais intradiárias das últimas semanas.




Ontem, a moeda oscilou entre alta de 0,18%, a R$ 5,3923, e baixa de 0,99%, para R$ 5,329.

Alguns profissionais de mercado dizem que o fato de o dólar terminar as sessões regulares próximo a patamares recentes depois de grandes variações no intradia indica que o mercado pode estar sendo conduzido por operações de day trade – quando há abertura e fechamento de contratos na mesma sessão.

“Além disso, o volume de contratos em cada uma das pontas (compra e venda) está menor do que nos últimos meses, o que dá a operações pontuais mais peso na formação do preço do câmbio”, disse Felipe Pellegrini, gerente de tesouraria do Travelex Bank.

De toda forma, Pellegrini acredita que o mercado tem potencial de entrar em rota mais positiva em meio a sinais de andamento de reformas.

Com a expectativa de divulgar hoje sua proposta para unificar PIS e Cofins, a equipe econômica quer apresentar em 15 dias o conjunto restante da reforma tributária, que envolverá para pessoas físicas a diminuição das deduções possíveis no Imposto de Renda, mas também das alíquotas de tributação, disse Guilherme Afif, secretário especial do Ministério da Economia.

“É um assunto novo e interno (reforma tributária). Pode mexer bem no dólar”, concluiu Pellegrini. (Reuters)

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