COTAÇÃO DE 25/01/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,5074

VENDA: R$5,5089

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,5074

VENDA: R$5,5089

EURO

COMPRA: R$6,6799

VENDA: R$6,6828

OURO NY

U$1.856,15

OURO BM&F (g)

R$327,82 (g)

BOVESPA

-0,80

POUPANÇA

0,1159%%

OFERECIMENTO

Mercantil do Brasil - ADS

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Finanças
Página Inicial » Finanças » Lucro líquido da Caixa cai 22% em um ano

Lucro líquido da Caixa cai 22% em um ano

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Inadimplência no banco atingiu 3,14%, alta de 0,68 ponto percentual em 12 meses, influenciada pelo atraso em pagamentos de habitação | Crédito: Charles Silva Duarte Usada em 23-08-19

Brasília – A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,049 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 37,8% em relação ao quarto trimestre de 2019. Na comparação com igual período de 2019, a retração chegou a 22,2%.

No caso do lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos extraordinários, houve crescimento de 21,2% sobre o quarto trimestre de 2019. Em relação ao primeiro trimestre de 2019, foi registrada queda de 7,5%.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre deste ano, estáveis frente ao apurado em igual período de 2019. As despesas administrativas somaram R$ 7,9 bilhões, redução de 1,7%.

O Índice de Basileia atingiu 18,7%, sendo superior em 7,7 pontos percentuais ao mínimo exigido de 11%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos de perdas. O índice é um conceito internacional definido pelo Comitê de Basileia.

Crédito – A carteira de crédito ampla (empréstimos mais as operações com títulos, valores mobiliários privados e garantias) da Caixa fechou com saldo de R$ 699,6 bilhões em março de 2020. Segundo a Caixa, essa carteira reverteu o movimento de queda e apresentou crescimento de 2% em relação ao primeiro trimestre de 2019, influenciada principalmente pelo avanço de 5,2% em habitação, de 1,2% em saneamento e infraestrutura e de 1,8% em crédito comercial para pessoa física, compensados pela redução de 17,1% na carteira comercial de empresas.

Segundo a Caixa, a participação do banco no crédito imobiliário do País é de 69,1%. A Caixa tem a liderança nesse tipo de contratação com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

O saldo da carteira de crédito habitacional cresceu 5,2% em 12 meses e chegou a R$ 470,4 bilhões em março de 2020, dos quais R$ 293,1 bilhões foram concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 177,4 bilhões com recursos do banco.

No primeiro trimestre de 2020, foram contratados na Caixa R$ 7,4 bilhões no Programa Minha casa, minha vida, o equivalente a 66,5 mil unidades habitacionais.

Ainda no mesmo período, foram firmados um total de 9,7 mil contratos das novas modalidades de crédito imobiliário da Caixa (empréstimos indexados ao IPCA e prefixados), totalizando R$ 2,5 bilhões.

Inadimplência – O índice de inadimplência totalizou 3,14%, aumento de 0,68 ponto percentual em 12 meses, impactado, principalmente, pela inadimplência de habitação. Segundo o banco, o indicador ficou abaixo da média do mercado de 3,17%. A carteira habitacional apresentou inadimplência de 2,86% no primeiro trimestre de 2020, com crescimento de 1,05 ponto percentual em 12 meses.

O banco informou que não houve alterações no processo de apuração da provisão, recursos reservados para o caso de inadimplência, “bem como a constituição de provisão prudencial, considerando as características das operações da Caixa que são concentradas em operações de longo prazo, com garantias reais e com mais de 90% das operações classificadas em níveis de riscos entre AA e C (os mais elevados). A Caixa continuará acompanhando as operações de crédito em relação à evolução da pandemia de Covid-19”.

As despesas com provisão atingiram R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, redução de 28,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O saldo de provisão correspondeu a 5% do total da carteira de crédito, semelhante aos níveis apresentados nos períodos anteriores. (ABr)

IPO de cartões pode ocorrer antes de seguros

São Paulo – A Caixa Econômica Federal avalia fazer a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da área de cartões antes da abertura de capital de sua unidade de seguros, invertendo o planejamento inicial, devido aos desdobramentos da crise do Covid-19, disse ontem o presidente do banco, Pedro Guimarães.

“Se não conseguirmos fazer o IPO da Seguridade até setembro, poderemos deixar a operação para 2021”, disse Guimarães a jornalistas durante teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre.

Segundo o executivo, a possível inversão nos planos pode ajudar investidores a terem uma visibilidade melhor dos negócios de seguros do banco, concentrados na Caixa Seguridade, já que acordos importantes da unidade terminam no começo de 2021.

A Caixa Seguridade pretendia concluir, no mês passado, sua estreia na bolsa de valores, com uma oferta de ações estimada em cerca de R$ 15 bilhões.

No entanto, com a crise econômica deflagrada pela pandemia do coronavírus, o IPO da companhia e de cerca de 30 outras empresas do País que pretendiam fazer o mesmo foram suspensos ou cancelados.

Nos meses e semanas antes de oficializar os planos de IPO, a Caixa Seguridade anunciou parcerias com outras seguradoras para diferentes áreas de negócios para valerem a partir do começo do próximo ano, após o fim do acordo vigente com a CNP Assurances.

De acordo com Guimarães, ao menos outras duas joint ventures da Caixa Seguridade serão anunciadas nas próximas semanas, e, para os investidores, ficará mais fácil entender o impacto dessas parcerias nos resultados futuros da empresa quando elas já tiverem entrado em vigor.

“Não estamos com pressa e não vamos vender as ações da Caixa Seguridade a qualquer preço”, acrescentou Guimarães. (Reuters)

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!

FIQUE POR DENTRO DE TUDO !

Não saia antes de se cadastrar e receber nosso conteúdo por e-mail diariamente