COTAÇÃO DE 06/05/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3640

VENDA: R$5,3650

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3470

VENDA: R$5,5200

EURO

COMPRA: R$6,4639

VENDA: R$6,4668

OURO NY

U$1.786,86

OURO BM&F (g)

R$309,04 (g)

BOVESPA

+1,57

POUPANÇA

0,1590%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Gestão Gestão-destaque
Crédito: Pixabay

A maioria das organizações verá o formato de trabalho mudar vertiginosamente nos próximos dois anos. Para lidar com essas mudanças, mais de dois terços (69%) dos executivos de Recursos Humanos acreditam que a área em que atuam precisa se reinventar e se transformar completamente.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Pulso do RH 2020” (HR Pulse 2020, em inglês), conduzida pela KPMG com 1.288 executivos de Recursos Humanos de 59 países e territórios e 31 setores-chave da economia entre julho e agosto deste ano. O conteúdo também revelou que 40% dos colaboradores continuarão a trabalhar remotamente e 35% dos colaboradores precisarão ser requalificados nos próximos dois anos.

PUBLICIDADE

“A área de Recursos Humanos deve realizar uma transição imediata e parar de apagar incêndios decorrentes dos impactos da pandemia para executar ações de longo prazo com o objetivo de empoderar a força de trabalho de suas organizações. A pandemia é uma oportunidade para que tanto as áreas de RH quanto as empresas se transformem para melhor, e essa nova realidade tem que ser enfrentada”, afirma Camilla Padua, líder de People Consulting da KPMG no Brasil.

A pesquisa também evidenciou que as prioridades da área de RH refletem os enormes efeitos da Covid-19. As ações classificadas nas posições mais altas são: medidas para salvaguardar a experiência e o bem-estar dos colaboradores (47%); auxílio às lideranças no desenvolvimento da nova gestão e das habilidades de liderança para prestar suporte ao trabalho remoto (38%); e redefinição ou aprimoramento adicional da cultura para enfatizar o enfoque digital, o trabalho virtual e a agilidade (34%).

Outras constatações indicam que 35% dos colaboradores precisam ser requalificados e, para 72% dos respondentes, desenvolver o talento através do aprimoramento de qualificações e da requalificação é um dos fatores importantes para dar forma à futura força de trabalho.

Sobre aspectos tecnológicos, para 54% o maior investimento se dá em novas plataformas de aprendizado e desenvolvimento em suas atualizações, e para 53% os investimentos em ferramentas de colaboração para prestar suporte ao trabalho remoto vieram logo atrás do maior investimento.

A pesquisa da KPMG também perguntou sobre as três principais competências requeridas pela área de RH: fazer gestão de mudanças transformacionais (44%); gerenciar o desempenho e a produtividade em um ambiente predominantemente remoto (40%); realizar a pauta referente ao aprendizado e ao aprimoramento de qualificações e à requalificação da força de trabalho (36%).

Nem todo teste é 100% eficaz, diz fornecedor

A notícia de que cerca de 7 milhões de testes RT-PCR, para a Covid-19 no Brasil teriam os prazos de validade estendidos fez com que muitas pessoas começassem a questionar a eficácia dos exames após os vencimentos, previstos já para o mês de janeiro. A medida, anunciada pelo Ministério da Saúde, seria uma alternativa para evitar o desperdício do material, e para ampliar a testagem na população.

Mas, vencendo ou não prazo de validade, a capacidade de detectar o vírus nos testes que o Governo Federal tem fornecido nunca foram 100% eficazes. A afirmação é do importador e fornecedor de exames Diego Arruda, que aponta uma falha na logística.

“A questão não é sobre a qualidade dos testes, e sim, a maneira como são usados. Os testes RT-PCR do Ministério da Saúde precisam da máquina Lacen Fiocruz para fazer a leitura do teste e emitir o resultado. Poucas cidades do Brasil possuem essas máquinas, que levam sete dias para analisar o material”, detalha. “Ou seja, considerando o prazo de envio, mais o da realização da análise e o do retorno com o resultado, dá mais de uma semana. A pessoa demora a saber se está com o vírus ativo ou não, e os médicos não sabem se orientam os pacientes a ficarem em isolamento ou se estão fora da fase de contaminação”, explica.

De acordo com o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, um relatório da Organização Panamericana de Saúde (Opas) atestou a possibilidade de extensão dos prazos. O ministro informou também que a pasta pediu autorização para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Logística de apuração – “Pode se aumentar o prazo de validade, mas, na minha opinião, vai acontecer o mesmo daqui a um tempo. As prefeituras não querem mais esses testes do Ministério da Saúde, o que precisa ser feito é uma mudança na forma de detecção”, finaliza.

De acordo com o Ministério da Saúde, há mais de 7 milhões de testes parados no estoque:

  • 2.814.500 têm data de validade que expira em dezembro
  • 3.979.700 vencem em janeiro de 2021
  • 212.900 expiram em fevereiro de 2021
  • 70.800 vencem em março de 2021
Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

CONTEÚDO RELACIONADO

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!