Crédito: DIVULGAÇÃO/Instituto Feliciência

A terceira década do século 21 será marcada por desafios ainda maiores para a sustentabilidade das organizações. Neste cenário, destacar-se-ão as empresas que compreenderem que a felicidade de quem trabalha não se traduz em custo, mas em investimento e que não se trata de uma responsabilidade de RH, mas da alta gestão, por ser um ativo estratégico da organização.

Essa tendência de mercado abriu espaço para novas profissões, como é o caso do Chief Happiness Officer (CHO) ou Gestor Executivo de Felicidade. Esse profissional visa criar condições nas quais os colaboradores encontrem o bem-estar, um dos fatores primordiais no desempenho individual e coletivo. Provavelmente originários da América do Norte, os postos de CHO estão sendo criados em empresas europeias e asiáticas para garantir que as necessidades de bem-estar dos trabalhadores sejam atendidas.

No Brasil, o curso para formar novos gerentes e garantir que eles sejam capazes de aplicar a metodologia dentro das organizações em que estão inseridos surgiu em março de 2020. Pioneiro na formação de CHO brasileiros, o Instituto Feliciência abriu as portas para a formação inicialmente em São Paulo.

Trazido pela fundadora do Instituto Feliciência, Carla Furtado, o curso prioriza transferir aos participantes conhecimento científico e metodologia validada para planejamento, implementação e consultoria em Programas de Promoção da Felicidade e do Bem-Estar no Trabalho. “Para isso, reunimos quatro professores renomados no Brasil e em Portugal, com qualificação internacional e ampla experiência no desenvolvimento de programas corporativos de Felicidade”, ressalta Carla Furtado.

Sem estresse, sem prejuízo – Entre os temas relacionados à Gestão de Pessoas, é urgente o combate à evolução exponencial dos transtornos mentais e comportamentais – apenas a depressão atinge mais de 264 milhões de pessoas no mundo, sendo a doença mais incapacitante para a vida laboral nos dias de hoje.

A depressão hoje custa à economia global cerca de US$ 1 trilhão. Além de se tratar de um problema de saúde pública, também é responsabilidade de cada empregador zelar pelo bem-estar e saúde de seus funcionários. “Muitas empresas limitam-se a perguntar o quanto custa investir no bem-estar e na felicidade dos colaboradores. Nós preferimos perguntar quanto custará não fazê-lo”, afirma Carla Furtado.

A produção exagerada dos hormônios gerados pelo estresse (adrenalina e cortisol) também provoca importantes baixas no campo corporativo. Nos EUA, segundo dados do American Institute for Stress, o prejuízo decorrente apenas do estresse advindo do trabalho atinge a casa dos US$ 300 bilhões por ano. De acordo com Jeffrey Pfeffer, professor de comportamento organizacional da Universidade de Stanford, prejuízos dessa natureza estão presentes na maior parte das nações, embora não sejam devidamente contabilizados.

Segundo pesquisa realizada na clínica Med-Rio Check-up, no Rio de Janeiro, o estresse crônico representa o principal fator de risco para a saúde dos executivos: três em cada cinco homens e uma em cada três mulheres sofrem do mal. Após realizados mais de 30 mil check-ups em executivos de ambos os sexos, observou-se que 50% usam álcool regularmente (como relaxante pelo excesso de adrenalina produzida), 26% têm insônia, 25% apresentam alterações das gorduras sanguíneas, 19% têm hipertensão arterial, 16% sofrem de gastrite, entre outros males.

Além disso, estudos revelam que o estresse excessivo interfere no raciocínio lógico, na memória e na habilidade de decisão, de modo que se torna de grande importância a adoção de medidas de prevenção a fim de que a busca pelos resultados positivos no trabalho seja superada pelas condições malignas em que é exigido o esforço da produção.

CHO para prosperar – De acordo com os recentes estudos de neurociência, psicologia positiva e economia, a felicidade ganhou protagonismo. Surgiram novas formações, como cursos abertos e pós-graduações, com o objetivo de multiplicar o conhecimento acerca deste que é um dos principais drivers humanos.

Como forma de driblar os prejuízos e garantir a saúde dos funcionários e da empresa em si, o Chief Happiness Officer surge para preencher uma lacuna sobre a aplicabilidade desses conhecimentos acerca da felicidade no ambiente corporativo. O curso oferecido pelo Instituto Feliciência conta com quatro professoras referências no campo da felicidade. Das quatro professoras, uma é acadêmica e três são executivas C-Level, sendo duas no Brasil e uma em Portugal.

“As perguntas são recorrentes: como trazer os resultados dos estudos científicos para o contexto corporativo e para o centro das decisões estratégicas? Como estabelecer um programa que chegue à alta gestão, relacionando a felicidade aos indicadores de performance? Como fomentar o engajamento através do investimento no bem-estar das equipes? A Certificação Chief Happiness Officer responde a essas e a outras questões”, garante Carla Furtado.

Além do embasamento científico, os participantes têm a oportunidade de estudar com diretoras de empresas com cases bem-sucedidos de implementação de programas de felicidade e bem-estar. “Uma coisa é o que dizem os livros, outra é a realidade altamente complexa das organizações – o melhor dos mundos é o encontro das duas”, frisa a dirigente do Feliciência.

O curso conta com metodologia exclusiva do Instituto Feliciência, desenvolvida para a realidade das empresas brasileiras. Durante a imersão, estudam-se os últimos avanços da Psicologia Positiva Aplicada às Organizações, Cultura Positiva, Liderança Positiva e Employee Experience. A teoria e prática acerca do assunto são ministradas por Carla Furtado – professora e pesquisadora que é referência em Felicidade no Trabalho no Brasil; Marly Vidal – CEO do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica; Marta Branquinho – Chief Happiness Officer certificada na Dinamarca, um dos nomes fortes do Happiness Board em Portugal e Ana Cláudia Mendonça, executiva responsável pela área de Gestão de Pessoas no TSE.

A formação se destina a Executivos e Analistas de Gestão de Pessoas, Business Partners, Especialistas em Psicologia Positiva, Especialistas em Employee Experience, Especialistas em Customer Experience e Consultores cuja atuação possua interface com Gestão de Pessoas.