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Oposição do Chile se recusa a falar com presidente e protestos continuam

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Manifestantes pedem a renúncia do presidente do Chile, Sebastián Piñera, durante protesto em Valparaíso | Crédito: REUTERS/Rodrigo Garrido

Santiago – A oposição no Chile se recusou a se encontrar com o presidente Sebastián Piñera depois dos tumultos que deixaram 15 mortos e levaram à prisão de mais de 2.600 pessoas, citando preocupações com abusos das forças de segurança.

Manifestantes se reuniram em praças do centro de Santiago e em outras cidades no início da tarde desta terça-feira (22) e os protestos contra o alto custo de vida e a desigualdade deram poucos sinais de estar chegando ao fim. Em alguns locais, a polícia começou a dispersar as multidões com gás e canhões de água.

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Diante da pressão crescente sobre sua gestão, Piñera disse que se reuniria com líderes da oposição para forjar um “novo contrato social”. No entanto, todos os principais partidos opositores recusaram o convite do presidente, afirmando que o governo foi incapaz de “salvaguardar” os direitos humanos dos manifestantes ou informar o público sobre detalhes a respeito das mortes que aconteceram durante os protestos.

A porta-voz presidencial, Cecilia Perez, disse que a ausência da oposição é “lamentável” e que espera que os partidos reconsiderem.

Ainda nesta terça-feira, a Anistia Internacional disse em uma carta aberta a Piñera que está preocupada com violações dos direitos humanos e limitações impostas pelos militares durante interdições noturnas em vigor em toda a cidade.

O general encarregado da segurança em Santiago disse estar ciente de vídeos circulando nas redes sociais que mostram brutalidade da polícia e de militares no tratamento dado a manifestantes e disse que as forças de segurança estão “investigando” as denúncias.

Dez cidades tiveram estado de emergência e toque de recolher decretados por militares depois dos protestos que irromperam na última sexta-feira (18), os piores em décadas no Chile.

(Reuters)

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