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Alsol e Aliança lançam alternativa sustentável e nacional sobre placas flutuantes importadas

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Crédito: Renato Cobucci

A Aliança Energia e a Alsol Energias Renováveis (empresa do grupo Energisa), comemoraram uma importante etapa do inovador projeto de P&D. Uma usina solar flutuante foi instalada sobre o reservatório da Usina Hidrelétrica Eliezer Batista, na cidade de Aimorés, em Minas Gerais.

A iniciativa é a primeira no País a usar flutuadores com tecnologia 100% nacional. Com capacidade de geração de até 100 KWp, a usina faz parte de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) realizado pelas duas empresas, por meio do programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que conta com investimentos de R$ 22 milhões. Até o momento, mais de 80 moradores da região foram qualificados para trabalhar nos sistemas.

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A proposta da Usina Solar Flutuante (UFV) é testar a combinação da geração solar com outras fontes renováveis, no caso com uma hidrelétrica, visando aumentar a eficiência das instalações.

“Ao investir em P&D a Aliança tem a oportunidade de desenvolver soluções que agreguem tanto às suas operações atuais ou futuras, quanto benefícios para o setor. A combinação de fontes, utilizando as estruturas já existentes como os reservatórios das hidrelétricas, que possuem uma área expressiva disponível, propiciam maior disponibilidade de energia e mais eficiência”, diz o gerente de Engenharia e integrante do Comitê de Inovação da Aliança Energia, Flávio Novaes, complementando que na UHE em Aimorés foram instaladas 300 placas fotovoltaicas, que ocupam uma área de cerca de 1.000 m² e, nesse conjunto, serão testados módulos de diversos materiais a fim de verificar quais os mais apropriados para este sistema.

Para manter as placas sobre a água são necessários flutuadores. Atualmente, eles são fabricados apenas por empresas estrangeiras, o que encarece o produto. No entanto, o projeto também previu o desenvolvimento de um flutuador brasileiro, feito a partir de materiais reciclados. Ambos os modelos estão sendo testados na UFV, de modo a aperfeiçoar a nacionalização desta tecnologia e disponibilizar para o mercado energético mais uma opção.

A UFV estará conectada ao sistema local de distribuição, que permitirá o aproveitamento dos créditos de energia elétrica pela Aliança Energia, que fomenta diversas iniciativas de desenvolvimento socioeconômico da região. Adicionalmente, o projeto prevê a qualificação e a geração de empregos locais.




“Temos a ambição de desenvolver técnicas para incrementar a geração de energia limpa usando espaços ociosos e reduzindo os impactos ambientais”, conclui o fundador e CTO da Alsol, empresa do Grupo Energisa, Gustavo Buiatti. (Da Redação)

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