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Bancos injetam pelo menos R$ 2 bi na era da pandemia

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Temos mais de US$ 825 mi em negociações, disse Gusmão | Crédito:João Pedro Viegas/BDMG/Divulgação

Os bancos internacionais de desenvolvimento ampliaram as linhas de crédito durante a crise da Covid-19 e foram fundamentais para o financiamento de projetos para combater os efeitos da pandemia. Juntos, entidades como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) já destinaram pelo menos R$ 2 bilhões para bancos de desenvolvimento do País e preveem mais investimentos visando a retomada.

Os dados foram apresentados no webinar “O papel dos organismos internacionais no apoio ao Sistema Nacional de Fomento (SNF) diante da crise da Covid-19”, transmitido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). Participaram do evento o presidente da ABDE e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sergio Gusmão Suchodolski; o representante do BID no Brasil, Morgan Doyle; o diretor da AFD, Phillippe Orliange; o diretor representante do CAF, Jaime Holguín; e o secretário de Assuntos Econômicos Internacionais do Ministério da Economia, Erivaldo Alfredo Gomes. A moderação foi do presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e diretor da ABDE, Luiz Noronha.

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“A ABDE tem buscado estabelecer parcerias com órgãos internacionais com o objetivo de alinhar aos ODS e alavancar o volume de investimentos para projetos de desenvolvimento aqui no Brasil. Temos mais de US$ 825 milhões em negociações de operações internacionais para aprovação. Soma-se a isso ainda pelo menos mais de R$ 2 bilhões de operações com organismos internacionais sem garantia soberana”, explica o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski. Parte desses recursos são programas emergenciais que têm ajudado a dar liquidez para as empresas e municípios fazerem investimentos.

Para o representante do BID no Brasil, Morgan Doyle, ainda há um longo caminho para a retomada pós-pandemia e o SNF será fundamental para a recuperação e apontou medidas necessárias para impulsionar os investimentos no país. Entre elas a revisão de marcos regulatórios no País para dar mais segurança jurídica, diversificar a origem dos recursos e aprimorar os instrumentos de garantia e mecanismos de governança.

“Quando a pandemia acabar não acreditamos que o SNF pode descansar. Pelo contrário. Teremos ainda muito trabalho pela frente. A ABDE e o SNF terão papel protagonista. O BID, CAF e ADF estão dispostos a colaborar nesse sentido. São muitas oportunidades de futuro”, sugere Doyle.

Parceria – O diretor representante do CAF, Jaime Holguín, ressaltou o papel dos organismos internacionais nas parcerias com o governo federal e as instituições financeiras de desenvolvimento (IFD) para viabilizar recursos financeiros. Segundo ele, a CAF tem US$ 340 milhões em linhas de crédito destinado aos bancos regionais dirigido às MPEs e pequenos e médios municípios, além de uma linha emergencial de US$ 2,5 bilhões para clientes soberanos da América Latina. Deste montante, US$ 350 milhões para o Brasil estão em processo de formalização.

“Somos parceiros e temos o SNF como uma ferramenta para fazer dessa parceria uma realidade. A ideia da CAF é apoiar com financiamento, conhecimento, ações rápidas e reais esta necessidade que tem o país. A evolução da economia precisa desse apoio e dessas boas parcerias”, diz Holguín.

O diretor da AFD, Phillippe Orliange, por sua vez, afirmou que foram aprovadas três linhas de crédito de 160 milhões de euros, pouco mais de R$ 1 bilhão, das quais duas já foram contratadas. Ele reforçou que o desenvolvimento sustentável é fundamental para o fortalecimento da cooperação bilateral.

“O SNF é para nós muito importante e tem uma agenda de retomada sustentável e isso para nós é um elemento chave. Nós acreditamos que a retomada tem que ser sustentável. Não podemos deixar de lado a Agenda 2030, faz parte da solução. E o compromisso do SNF com isso é muito forte”.

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