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Museu Celite, em Santa Luzia, na RMBH, vai contar a história da marca e do banheiro no Brasil, desde os anos 40 - Crédito: Divulgação

O município de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), está novamente no foco da indústria de louças sanitárias Celite, marca que pertence à multinacional Roca Brasil.

Depois de investir R$ 93 milhões na expansão de sua fábrica na cidade, há sete anos, a empresa escolhe o município para receber o Museu Celite, que vai contar a história da marca e do banheiro no Brasil, desde os anos 40. O museu ficará na planta mineira, terá R$ 500 mil de investimento e será inaugurado no dia 11 de julho.

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O diretor comercial e de marketing da Roca Brasil, Sérgio Melfi, afirma que a companhia sempre viu com bons olhos o mercado mineiro. Foi no Estado que a Celite encontrou mão de obra de qualidade e localização estratégica para fabricar e enviar para todo o Brasil seus produtos. A fábrica de Santa Luzia foi construída em 1968 e, em 2012, passou por uma grande obra de expansão.

Hoje, a fábrica opera com 80% de ocupação, tem 800 funcionários e sua capacidade de produção é de 4,2 milhões de peças de louças sanitárias por ano. Melfi explica que não há planos de expansão da planta nesse momento justamente porque sua atual estrutura física comporta crescimento de produção.

Por outro lado, a empresa escolheu justamente essa fábrica para receber o Museu Celite, que já é uma preparação das ações de comemoração de 80 anos da marca, em 2021. De acordo com o diretor, como a estrutura foi erguida dentro da planta da fábrica em Santa Luzia, o investimento de R$ 500 mil foi alocado apenas na estruturação do local e na busca do acervo, que remete aos banheiros brasileiros desde a década de 40.

No museu, os visitantes encontrarão uma linha do tempo que trará não apenas as peças da Celite, mas também curiosidades sobre momentos relevantes da história brasileira e mundial. As visitas ao museu serão gratuitas e agendadas. A inauguração será no dia 11 de julho.

Sempre vimos com bons olhos o mercado mineiro, diz Melfi – Crédito: Divulgação
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