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ChatPay promete profissionalizar grupos pagos de apps de mensagens

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A ChatPay, startup sediada em Belo Horizonte, está participando do programa da Y Combinator, uma das maiores aceleradoras do mundo, localizada no Vale do Silício (Estados Unidos), e vai receber aportes de aportes de US$ 150 mil.

A empresa promete profissionalizar grupos pagos de aplicativos de mensagens como WhatsApp e Telegram, oferecendo soluções de pagamentos, gestão, administração de membros e compartilhamento de conteúdos.

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Fundada no início deste ano com um investimento anjo de R$ 300 mil, a startup já acumula resultados robustos. De acordo com o CEO Arthur Alvarenga, os clientes, já na casa das centenas, estão em todo o Brasil e até em Portugal, e os resultados da empresa estão mais que dobrando a cada mês.

As áreas de atuação atendidas são as mais variadas: de personal trainer a consultor de investimentos, passando por professor de culinária ou instrumentos musicais. “Não entregamos apenas a prestação de serviço, oferecemos soluções tecnológicas que nos permitem formalizar a jornada completa de empreendedores de diversos segmentos, ajudando-os a ter independência e a monetizar seus produtos”, explicou.

A ideia surgiu de um negócio anterior que não deu certo. Alvarenga tentou implementar no Brasil um aplicativo de comunidades similar ao norte-americano Nextdoor, sem sucesso. Foi então que eles enxergaram nos empreendedores que usam aplicativos de mensagens instantâneas para ganhar dinheiro, um potencial.

“O mundo todo caminha nesta direção. Os criadores de conteúdo estão cada vez mais se monetizando diretamente, não dependendo de empresas terceiras para entregarem seus produtos ao consumidor final. E a gente profissionaliza essa relação”, argumentou.

E o funcionamento é simples. Segundo o CEO, o profissional cria o grupo na ferramenta de mensagens de sua escolha e monta uma página personalizada atrelada a ChatPay para divulgar o seu produto. A startup cobra 11% de taxa sobre cada venda e fica responsável pela gestão dos grupos, incluindo ou removendo clientes e até lembrando-os do pagamento – tudo de maneira automatizada.

“Nossa primeira cliente levava, em média, seis horas por dia, apenas gerenciando grupos e compartilhando conteúdos de acordo com os perfis dos clientes. Criamos a ChatPay justamente para facilitar esse processo e permitir com que os empreendedores foquem apenas na produção de conteúdo”, completou.

A startup surgiu pouco antes da chegada do Covid-19 ao Brasil. No início, segundo o empresário, a pandemia prejudicou os negócios, uma vez que deixou as pessoas receosas quanto a contratação de qualquer produto ou serviço. Agora, os resultados já estão sendo beneficiados, justamente pela solução de aproximar os empreendedores dos clientes.

“Até acho que ainda não chegou ao potencial máximo. As pessoas estão consumindo mais conteúdos e valores digitais e acredito que isso vai aumentar ainda mais, já que, do ponto de vista do empreendedor é um método simples de monetizar, e para o consumidor, uma solução inovadora de contratação de produtos e serviços”, concluiu.

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