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O cento do canudo biodegradável do tipo long drink custa R$ 3,56 na Nova Safra - Crédito: Divulgação

Alternativa para os canudos de plástico que poluem o meio ambiente, os canudos biodegradáveis e de papel ganham relevância no segmento de descartáveis.

Embora a substituição ainda não seja lei em Belo Horizonte, empresários do setor de alimentação parecem já se movimentar para a proibição do canudo de plástico. Na distribuidora Nova Safra, localizada na Capital, a demanda pelos canudos sustentáveis dobrou nos últimos três meses.

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Segundo a diretora de marketing da Nova Safra, Carolina Felix, a empresa ainda vende os canudos de plástico, mas a demanda por eles caiu 50% desde abril deste ano.

A expectativa da Nova Safra é fechar 2019 com 15% de crescimento no faturamento da distribuidora em relação a 2018 – Crédito: Pedro Reis

Na Capital, a proibição já é uma proposta que está em votação na Câmara Municipal. De acordo com Carolina Felix, o principal substituto do canudo de plástico e que tem maior demanda na distribuidora é o biodegradável.

Ele tem uma aparência parecida com o de plástico, mas sua absorção no meio ambiente é muito mais rápida. Enquanto o plástico demora até 500 anos para se decompor, o canudo biodegradável precisa de apenas dois anos e seis meses. Nesse processo ele se transforma em água, CO2 e biomassa.

Além disso, ele é mais barato que o de plástico. O cento do biodegradável do tipo long drink custa R$ 3,56 na Nova Safra. Já o canudo de plástico do mesmo tipo custa R$ 3,67 o cento. Segundo a diretora, a venda do biodegradável dobrou nos últimos três meses, passando de 300 pacotes por mês para 600.

Outro produto que teve aumento de demanda na Nova Safra foi o canudo de papel. De acordo com Carolina Felix, a venda desse tipo é um pouco menor por conta do seu custo: R$ 23,42 o pacote com 100 unidades. Mesmo assim ela registrou aumento nas vendas.

“Há três meses, vendíamos poucas unidades e, agora, registramos a saída de 250 pacotes por mês”, afirma. A Nova Safra ainda oferece uma opção de canudos comestíveis, que custam R$ 25,11 o pacote de 30 unidades e são ideais para milk shake.

“Os canudos comestíveis têm um custo mais alto, mas desde que foram adotados em redes de fast food passaram a ser mais procurados também.

Hoje, vendemos uma média de 100 pacotes por mês”, afirma.

A diretora destaca que a distribuidora tem interesse em permanecer investindo em produtos sustentáveis. Ela acredita que, além de serem tendência no setor de alimentação, eles também contribuem para a imagem da Nova Safra, que passa a ser enxergada como empresa amiga do meio ambiente.

A expectativa da diretora é fechar 2019 com 15% de crescimento no faturamento da distribuidora em relação a 2018. Além dos produtos sustentáveis, a empresa permanecerá investindo em cursos na área de culinária. No ano passado, a distribuidora investiu R$ 2,5 milhões na construção da Academia Nova Safra, espaço com quatro cozinhas para cursos como confeitaria, sorveteria e panificação.

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