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500 líderes do Brasil e do exterior participaram do encontro - Crédito: Homero Xavier

A Fundação Dom Cabral (FDC) realizou, no Campus Aloysio Faria, em Nova Lima (Região Metropolitana de Belo Horizonte), entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, a 4ª edição do Fórum Anual de Governança e Gestão. Ao todo, 500 líderes do Brasil e do exterior participaram do encontro, em que foram abordados os desafios para o crescimento em uma era de transformação constante. Foi discutido como os contextos político e econômico impactam as empresas. Além disso, os convidados e palestrantes debateram a questão da necessidade do protagonismo digital.

Segundo o vice-presidente de Organizações e Internacionalização da Fundação Dom Cabral, Roberto Sagot, hoje, as empresas estão sendo chamadas a evoluir constantemente o seu diferencial competitivo, reinventando sua proposta de valor e modelo de negócios à luz de um ambiente mais competitivo e dinâmico. Sagot complementa: “Por isso, nos enche de orgulho poder oferecer aos protagonistas dessa mudança a oportunidade de auxiliá-los na busca por diferentes formas de se desenvolver”.

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Os conteúdos do evento abordaram, sobretudo, os tópicos: estratégia, inovação, recursos financeiros, governança e liderança. Um dos temas debatidos foi como o empresariado deve assumir o protagonismo e auxiliar o País em um momento de expectativa de retomada da economia.

Marcos Troyjo, Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, realizou a palestra magna de abertura do Fórum. O secretário abordou quais os atributos fundamentais para o sucesso da atividade empresarial e processos de reinvenção corporativa. Participaram, também, Amyr Klink, Carlos Alberto Sardenberg, Ana Paula Assis (Presidente da IBM América Latina) e Jason Green (autor do livro Optimizing Growth). Além disso, houve palestras de líderes de diversas empresas como MovEdu, MRV e Pif Paf alimentos.

A maioria das empresas participantes no Fórum faz parte do programa Paex – Parceiros para a Excelência da FDC. O programa existe há 25 anos e é voltado especificamente para empresas de médio porte. A FDC desenvolve, ainda, programas voltados para a formação e preparação de sucessores, abordando o conflito de transição entre gerações, os acordos societários e a pulverização do patrimônio.

Pesquisa de tendências – Durante o Fórum, foi apresentada pesquisa realizada pela FDC em parceria com a Grant Thornton Brasil da Série Pesquisa de Tendências “Aspectos Influenciadores do Crescimento das Empresas Brasileiras”. Com uma amostra de mais de 300 executivos em todo o Brasil, ela aponta os gargalos limitantes para o crescimento das empresas. Entre eles estão questões como Geração de Empregos; Inclusão e Diversidade; e Eficiência e Novas Tecnologias.

Em Geração de Empregos, os resultados sugerem que médias e grandes empresas apostam suas expectativas na criação de empregos formais, enquanto micro e pequenas empresas priorizam modalidades alternativas. No assunto Inclusão e Diversidade, o estudo aponta que a contratação de pessoas de diversos gêneros e a promoção de projetos sociais são as iniciativas ainda consideradas de menor relevância para a promoção de um ambiente diverso. Empresas com mais de 70 anos de operação sinalizam relevância superior para essas iniciativas.

O gargalo Eficiência e Novas Tecnologias mostra que, para o setor de Comércio e Serviços, o destaque é Analytics e Inteligência Artificial. A avaliação da pesquisa sinaliza que a relevância das novas tecnologias entre empresas jovens e experientes não variou significantemente.

“No comércio, a ciência de dados é extremamente valorizada, porém o mercado ainda não conta com profissionais com as qualificações necessárias para realizar a interpretação destes dados. Em resumo, é uma questão de capacitação de pessoas”, afirma o professor da FDC Fabian Salum.

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