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Criadouro da CBMM completa quatro décadas com mais de 2,4 mil animais atendidos

Espaço se tornou referência em conservação da biodiversidade ao longo dos anos
Criadouro da CBMM completa quatro décadas com mais de 2,4 mil animais atendidos
Criadouro Conservacionista da CBMM, em Araxá, reúne cerca de 50 recintos adaptados e desenvolve ações voltadas à conservação da fauna, pesquisa científica e educação ambiental | Foto: Divulgação CBMM

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) ­ empresa que produz e comercializa produtos de nióbio – celebra 40 anos do Criadouro Conservacionista de Fauna Silvestre. Implantado em Araxá, no Alto Paranaíba, em 1986, o projeto foi precursor, segundo a empresa, na integração entre conservação ambiental, pesquisa científica e educação ambiental e se consolidou como uma das mais longevas iniciativas privadas de proteção da fauna silvestre no Brasil.

Ao longo de sua trajetória, o criadouro tornou-se referência em conservação da biodiversidade, atuando na reabilitação, manejo e reprodução de espécies nativas. Atualmente, ocupa uma área de aproximadamente 60 mil metros quadrados, com quase 50 recintos adaptados e possui ações estruturadas nos pilares de educação ambiental, pesquisa científica e bem-estar animal.

Os resultados alcançados ao longo de 40 anos demonstram a efetividade e a consistência do projeto como instrumento de conservação da biodiversidade: mais de 2, 4 mil animais de 102 espécies passaram pelo criadouro, entre processos de reabilitação e permanência no plantel.

Desde sua criação, foram registrados mais de 1,4 mil nascimentos – incluindo um marco histórico para a conservação mundial: a CBMM foi pioneira em obter sucesso na reprodução do lobo-guará em cativeiro.

“Temos orgulho em celebrar a trajetória desenvolvida há 40 anos no Criadouro Conservacionista da CBMM, iniciativa que reforça nosso compromisso com a conservação da biodiversidade, o desenvolvimento científico e a promoção de uma cultura de sustentabilidade”, destaca o médico veterinário da CBMM, Rafael Ferraz.

Além da conservação direta das espécies, o projeto mantém parcerias com instituições nacionais e internacionais para a produção de conhecimento científico aplicado à preservação da fauna do cerrado. Estudos sobre lobo-guará, bugios e tamanduá-bandeira integram algumas das pesquisas desenvolvidas atualmente em colaboração com organizações de referência no Brasil e no exterior.

O impacto da iniciativa também alcança a formação de novas gerações. Por meio do Programa de Educação Ambiental (PEA), criado em 1992, milhares de estudantes participam de atividades voltadas à conscientização ambiental. De acordo com a empresa, as visitas ao Criadouro Conservacionista promovem aprendizado prático sobre biodiversidade e conservação, ampliando a conscientização desde a base educacional. Cabe mencionar que, desde 2017, o projeto Cientistas do Cerrado atende 100% dos alunos do quarto ano do ensino fundamental de Araxá.

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