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Felicidade é uma ciência

Nunca se falou tanto em felicidade quanto nos últimos tempos. Não apenas pelo interesse de todos nós em atingir a felicidade, mas também pelo grande número de pessoas sofrendo de depressão, ansiedade, aumento nas taxas de suicídio e, claro, os problemas causados pelo isolamento social. E sempre paira aquela dúvida, será mesmo que é possível ser feliz? Nós podemos fazer algo para alcançar a felicidade? Existe um caminho?

Foi pensando nisso que o professor Luiz Gaziri foi buscar por respostas. Mas não em livros de autoajuda e motivação, ou em grandes gurus, onde considera encontrar respostas concretas: na ciência. Em “Sete princípios da Felicidade”, Luiz Gaziri, consultor, palestrante e professor de pós-graduação na FAE Business School, Isae/FGV e PUC-PR, apresenta as maiores pesquisas científicas sobre a felicidade humana realizadas pelo mundo. Mas do que usar como base experiências pessoais, o autor foi buscar respostas nos mais renomados centros acadêmicos do mundo, encontrando em pesquisas científicas do comportamento humano o que realmente faz com que nos sintamos mais felizes.

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DesconStruindo algumas ideias como a de que o dinheiro é o melhor motivador, ou de que o pensamento positivo nos ajuda a alcançar objetivos e consequentemente felicidade, o autor nos apresenta uma série de comportamentos que alteram não apenas nossas emoções e atitudes, mas nossa frequência cerebral e nossos hormônios, o que desencadeia o sentimento de completude, de realização, a tal felicidade. (Os Sete princípios da felicidade, Luiz Gaziri, Faro Editorial, 160 páginas, R$ 24,90)

A difícil arte de dialogar em sociedade

“Discordou?! É inimigo!”. Esse é o belicismo do dia a dia apresentado pela escritora carioca Karine Aragão, doutora em Literatura e Cultura Contemporânea, na obra Esse nosso jeito bélico de viver, publicada pela Lura Editoral. Leitura indispensável em tempos de intolerância e de transformações sociais que fragilizam a capacidade de escuta, o livro problematiza a dificuldade de estabelecer conexões e discute as possibilidades de reconfiguração do que se compreende como diálogo na realidade contemporânea.

Segundo a autora, o “belicismo cotidiano” surge quando a discordância é interpretada como um confronto e a reação automática é eliminar do convívio a ameaça, cancelá-la. Tal ação exibe o lado mais impassível do ser humano, que constrói sua subjetividade sob o signo do bélico, fenômeno exposto e analisado por Karine Aragão. O livro convida o leitor a pensar “por que” e como chegamos a essa inabilidade de dialogar, de sentir, de nos aproximarmos do outro, e sobre o quê podemos fazer para transformar esse quadro.

Apesar de inspirada pela literatura de Clarice Lispector e pela filosofia de Friedrich Nietzsche, Baruch Spinoza, Hannah Arendt e Byung-Chul Han, Karine Aragão utiliza referências musicais, cinematográficas e experiências do dia a dia para aproximar a antropologia literária e a sociologia da realidade prática. Desta maneira, facilita a compreensão do leitor aos conceitos trabalhados na obra. Esse nosso jeito bélico de viver é destinado a jovens e a adultos interessados em debater a realidade contemporânea a partir de reflexões sobre os modos de vida em tempos hipermodernos. (Esse nosso jeito bélico de viver, Karine Aragão, Lura Editoral, 95 páginas, R$ 19,50 e-book)

Habilidade de pedir ajuda pode levar ao sucesso profissional

A editora Benvirá, seguindo sua estratégia de apostar em títulos que abordam o desenvolvimento profissional de maneira leve, inovadora e amparada em pesquisas, traz ao Brasil a obra PEÇA! Como a habilidade de pedir ajuda pode transformar sua carreira. Imagine que você está prestes a finalizar um projeto, mas está se sentindo sobrecarregado. Ou quer procurar um novo emprego, mas não consegue dar o primeiro passo. Ou, ainda, quer conseguir ingressos para um show, mas descobre que eles estão esgotados e precisa desistir. Embora pareçam problemas distintos, todos eles poderiam ser resolvidos se você pedisse ajuda.

Além disso, nos possibilita conseguir aquilo de que precisamos fora de nosso time de trabalho, mas que raramente nos sentimos à vontade para pedir. Felizmente, esses estudos mostram que pedir algo – e permitir-se receber – é muito mais fácil do que pensamos. Neste livro, o professor Wayne Baker compartilha estratégias utilizadas em empresas como Google, General Motors e Ideo.

Alguns exemplos são: o Círculo da Reciprocidade, questionários para identificar o perfil de quem pede e oferece ajuda, além dos chamados critérios Smart (para quem, quando e como pedir). Voltado a profissionais de todas as áreas, PEÇA! traz métodos simples, porém poderosos, para nos ajudar a iniciar um ciclo de dar e receber – desde que estejamos dispostos a pedir o que precisamos. (PEÇA! Como a habilidade de pedir ajuda pode transformar sua carreira, Wayne Baker, editora Benvirá, 208 páginas, R$ 39,90)

As aventuras de Victor Scott: uma leitura para ser feita em família

Victor Scott tem 9 anos e sobrevive em um bairro pobre de Londres. Cansado de passar fome e conviver com o pai alcoólatra, o protagonista de As aventuras de Victor Scott foge de casa com um propósito: ir até o Polo Norte e pedir para que o Papai Noel ajude a sua família. Com doçura e delicadeza, o narrador misterioso conta a trajetória de Victor e as reflexões que ele proporciona durante a fuga. Além do enredo emocionante, a autora Gabriela Lutibergue faz crescer o mistério e a curiosidade sobre quem narra a história. Assuntos como o alcoolismo, violência doméstica e desestrutura familiar são ganchos para tornar a leitura de As aventuras de Victor Scott um momento em família. Os aprendizados do personagem tornam-se valiosas lições para os jovens leitores. Com um fim surpreendente e encantador, a obra também inspirou o nome do filho de Gabriela. Victor chegou ao mundo com o mesmo nome do protagonista, mas diferente do personagem da ficção, com uma história cheia de amor desde a infância. (As aventuras de Victor Scott, Gabriela Lutibergue, editora The Books, 156 páginas, R$ 28,90)

Outras vidas: o amor é mais forte que o passado

Após vender mais de dois milhões de exemplares com 21 livros publicados, Marcelo Cezar, um dos principais escritores espíritas do Brasil, acaba de lançar O passado não tem força pela Lúmen Editorial, selo da Boa Nova. O romance alcança o interesse do leitor já no primeiro capítulo: Ariane e Lauro morrem, mas não é no céu que eles estão. Os personagens deparam-se com o umbral – dimensão extrafísica destinada àqueles com feridas emocionais difíceis de serem cicatrizadas.

Esse é o cenário psicografado pelo espírito Marco Aurélio, que guia o autor desde a infância. No início da trama, Lauro precisa entregar para o chefão daquela região o corpo do homem desmaiado que carrega. Quem o acompanha é Ariane, com a intenção de ter uma oportunidade de se libertar daquele lugar. O homem arrastado, por fim, choca o leitor ao revelar-se ser Miguel, pai de Lauro, que se sente duramente traído e, por isso, não o perdoa.

Ariane, Lauro e Miguel reencarnam com o objetivo de superar a dor e o sofrimento que causaram uns aos outros. Por meio de uma nova oportunidade que a vida lhes dará, terão a chance de se amar e, consequentemente, solucionar os conflitos do passado. (O passado não tem força, Marcelo Cezar ditado por Marco Aurélio, Lúmen Editorial – Boa Nova, 320 páginas, R$ 44,90)

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