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Ordem e progresso: 150 dias sem presidente

A classe política está em crise no cenário criado pelo escritor carioca Victorino Aguiar em Povo Heroico – Mãe Gentil. A espiral de mortes não para de crescer em todos os níveis: milhares de políticos morrem em sequência, seja por morte natural, fenômenos da natureza ou acidentes trágicos. Alguns terminam fulminados por ataques cardíacos, outros morrem de hepatite. Há ainda quem tomba diante do temível coronavírus… as razões são diversas. A questão é que ninguém consegue explicar a mortandade. As suposições também são diversas. Seriam as mortes um caso especial da teoria da seleção natural de Darwin? Como se o cenário catastrófico não fosse o suficiente, entra em cena o Comando de Caça e Combate Contra Conspiradores (CCCCC) – organização criminosa que passa a combater os que tentam se aproveitar do caos para punir os corruptos e banir de vez a atuação na vida pública de quem traga em si o DNA da corrupção. Na prática, o CCCCC é um grupo paramilitar clandestino que sequestra, julga e executa qualquer cidadão que o grupo acredite estar envolvido na construção de uma nova nação. Duas das principais vítimas do grupo são uma promotora de justiça e um juiz federal, responsáveis pela condenação de inúmeros corruptos e corruptores. Apesar de ficcional, a obra do professor graduado em Letras pela UERJ tem forte conexão com a realidade vivida ultimamente pelo País, ao mesmo tempo que ressalta a resiliência e a força da união do povo brasileiro. A famosa declaração “Independência ou Morte” é transformada em divisa e utilizada pela população que se mobiliza em busca de uma nova ordem. (Povo Heroico – Mãe Gentil, Victorino Aguiar, Editora Lux, 182 páginas, R$ 25)

A sabedoria ancestral do benzimento: um ato de amor e fé

Um ato milenar, praticado por povos de diversas regiões ao redor do mundo. Benzer é mais que “bem dizer” é uma declaração de amor, fé e empatia com o próximo. Conhecido como um dom sagrado, o benzimento se perpetuou por milhares de anos na humanidade e segue vivo até hoje. Uma prova disso é a benzedeira e “curandeira da nova era”, como ela gosta de se intitular: Jacqueline Naylah. Jacqueline traz toda a sua bagagem e ancestralidade, para as páginas do livro Eu te Benzo, além de reunir todo o conhecimento que era repassado de mãe para filha por gerações e gerações. Eu te Benzo mistura, com leveza e de forma didática, toda a vivencia da autora com suas ancestrais e o seu conhecimento acadêmico na área de biologia. O resultado disso é a expressão da alma das benzedeiras em forma de livro. A obra também desvenda mitos sobre o assunto, por exemplo, o benzimento como moeda de troca: trata-se de um dom ou de uma caridade? Outra dúvida muito comum trazida por Jacqueline é sobre o benzimento à distância. Será que ele funciona? Segundo a autora, é necessário apenas que seja criada uma lembrança sobre o benzido por meio de uma fotografia, uma peça de roupa ou uma palavra ao telefone que o efeito do “ato de fazer bem” será o mesmo que o presencial. Eu te Benzo surge como o registro da história do benzimento, da escritora e também do simples o ato de benzer. Um resgate da fé, coragem e do amor incondicional. (Eu te Benzo – O legado de minhas ancestrais, Jacqueline Naylah, Editora Besouro Box, 136 páginas, R$ 38)

O Mundo do Som é publicado em português

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A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou o livro O Mundo do Som: Guia de Prática Interpretativa e Orientação Pianística, do prestigiado pianista e pedagogo Cláudio Soares. A publicação é resultado de palestras ministradas por Soares no Japão, onde a obra já teve 15 edições. Em linguagem acessível e abrangente, ela ajuda o leitor a encontrar expressão própria na música. O Mundo do Som é desenvolvido em três capítulos. Eles estimulam os artistas a encontrarem o “próprio caminho na música”, como escreve o autor. O primeiro capítulo contempla “a interpretação da partitura – sua leitura e expressão corretas”, citando os pontos que devem ser considerados, entre eles a busca pelo que o compositor quis expressar. No texto, o professor sugere uma forma de uso da “imaginação sonora” como ferramenta de “liberdade do intérprete”. No segundo capítulo, Soares analisa o timbre e o toque como elementos de produção de um belo som. Disserta sobre a utilização do próprio corpo como instrumento, propondo a conscientização de cada parte dele e sugerindo movimentos básicos, controle dos músculos e articulações, guiando o leitor até as mudanças de volume, timbre e toque. Por fim, o terceiro capítulo, direcionado a orientadores, disponibiliza pontos didáticos para um roteiro de trabalho, com detalhes práticos sobre treinamento e estudos. (O Mundo do Som, Cláudio J. L. Soares, Edições Funarte, 144 páginas, R$ 30)

Uma saga da corrida do ouro e dos diamantes

Romance histórico ambientado nas primeiras décadas do Século XVIII, o livro “Terra prometida”, de autoria do jornalista Américo Antunes, tem como fio condutor os manuscritos proibidos de um cristão-novo baiano, Álvaro Lopes, que se aventura nas minas na corrida do ouro e dos diamantes. Lançado pela Alameda Editorial, o livro é resultado de minuciosas pesquisas históricas realizadas pelo autor e que ganham vida na narrativa do aventureiro que carrega “nas veias o sangue impuro de cristão-novo misturado aos dos gentios da terra brasílica”. A luta ferrenha entre paulistas, forasteiros e agentes da Coroa portuguesa pela posse do ouro e dos diamantes das minas recém-descobertas e o embate entre as heresias e a fé católica e a Inquisição compõem o pano de fundo da obra. Em 1702, Álvaro chega às minas, tornando-se tanto testemunha privilegiada da guerra, motins e revoltas que levam à criação da Capitania das Minas Gerais, quanto mercador e artífice de uma rede de contrabando que liga as lavras diamantinas do Serro Frio a Amsterdã, na Europa. Em torno desses lendários acontecimentos históricos, Américo tece uma história de fé dividida e medo, de cobiça e luta pelo poder. (Terra prometida, Américo Antunes, Alameda Editorial, 264 páginas, R$ 48)

Onde mora a diversidade?

Brigadeiros e salgadinhos deliciosos, balões para enfeitar a sala e um bolo especial para marcar mais um ano de vida. Qual criança não fica animada com a ideia de comemorar o aniversário rodeada de brincadeiras e doces? Apesar de ser o tema principal da história, o novo livro infantil da Saíra Editorial, A festa inventada da Luara, não trata apenas das maravilhas de uma boa festinha com quitutes e enfeites que podem ser comprados. Ele mostra às crianças as delícias de comemorar a vida e a importância de cultivar as amizades, pois é muito melhor construir o momento com imaginação e boas companhias. Com a chegada do aniversário de Luara, a família da pequena monta uma força-tarefa para tornar o dia dela ainda mais animado. Uma festa linda foi planejada e os amiguinhos que ela ama compareceram: Flora, Renato, Júlia e Ângelo levam presentes especiais e muita energia para brincarem juntos até cansar – e foi isso o que fizeram! Os temas da diversidade, da cooperação e do respeito vêm à tona com as ilustrações de Luciana Romão, que deixam de lado os estereótipos para trazer a beleza do “ser diferente” em rostos sensivelmente desenhados. (A Festa Inventada de Luara, Maura Dias, Saíra Editorial, 40 páginas, R$ 26)

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