Decisão Atacarejo abre loja de 7 mil metros quadrados no centro de BH

Ouvir a matéria 0:00 / 0:00
Decisão Atacarejo abre loja de 7 mil metros quadrados no centro de BH
Crédito: Paulo Cunha / Outra Visão

A rede mineira de supermercados e atacadista Decisão Atacarejo, com cinco lojas na Capital e Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), acaba de abrir mais uma unidade no Hipercentro da capital mineira. Com investimento de R$ 3 milhões, a loja está localizada próxima ao Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro (Tergip), possui 7 mil metros quadrados de área de vendas, sete checkouts e um mix de produtos com 5 mil itens para compras no atacado e varejo.

De acordo com o CEO da empresa, Epifânio Parreiras Júnior, o ponto foi escolhido devido ao público alvo da empresa, como vendedores ambulantes, bares, restaurantes, hotéis, transformadores, entre outros, além do alto fluxo de consumidores finais que transitam pela região e compram diariamente na loja.

“Nosso planejamento estratégico prevê a abertura de uma loja por ano. Apesar do momento conturbado e da crise econômica que assola o Brasil neste momento, já estávamos em processo de implementação da unidade e optamos por dar prosseguimento, confiando no avanço da vacinação e da recuperação do mercado. Acabamos de entregar o novo ponto, gerando 50 postos de trabalho diretos e outros 50 indiretos”, destaca.

Essa é a sexta loja física da rede, que já conta com outras unidades espalhadas na capital mineira e na região metropolitana, sendo elas em Centro e Venda Nova (Belo Horizonte), Santa Luzia e Lagoa Santa. Ao todo são gerados 600 empregos.

Apesar disso, Parreiras Júnior admite que o cenário é bastante complexo e 2021 já se mostra até mais desafiador do que foi 2020 – ano marcado pelo início da pandemia de Covid-19. Segundo ele, apesar de o Decisão Atacarejo ser do ramo de alimentos, por atuar no segmento de atacado e varejo, a carteira é formada em grande parte por cantinas de escolas, bares, hotéis e restaurantes – atividades que têm sofrido bastante com as restrições de funcionamento como forma de conter o avanço da doença.

“No ano passado ainda tivemos auxílio emergencial e demais programas do governo que permitiram que as pessoas continuassem consumindo, inclusive em busca de compras maiores em vistas de obter descontos, uma vez que oferecemos o formato ‘leve mais e pague menos’. A ajuda do governo foi suspensa no fim do ano passado e agora voltou de forma mais lenta e em menor quantidade”, justifica.

Assim, a empresa encerrou o ano passado com crescimento. Embora não revele os números, o executivo conta que essa é uma vantagem de ser uma empresa multicanal. “Perdemos vendas em um canal (físico), mas ganhamos em outro (digital)”.

Prova disso, conforme ele, é que num primeiro momento as vendas no e-commerce triplicaram e, desde então, crescem dois dígitos mensalmente. “Já vínhamos desenvolvendo o digital há algum tempo. O e-commerce (Decisão Entrega) foi lançado em 2014, e em 2019 investimos em uma nova plataforma e desenvolvimento do aplicativo. Com a chegada da pandemia a empresa estava preparada para o aumento da demanda e conseguiu equilibrar os negócios em um momento tão desafiador”, conclui.

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/

Rádio Itatiaia

Ouça a rádio de Minas