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Embratel anuncia investimentos para acelerar a digitalização de antenas parabólicas

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Iniciativa resultará em melhor qualidade de transmissão para residências de todo o Brasil | Crédito: Pìxabay

A Embratel anunciou um projeto para ampliar a digitalização dos sinais enviados a mais de 20 milhões de parabólicas que atualmente recebem transmissão aberta de TV via satélite.

“A digitalização já é uma realidade para milhões de lares. O lançamento do nosso novo satélite Star One D2 trará ainda mais qualidade nas imagens transmitidas para residências brasileiras”, explica Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

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Já existem cinquenta e nove sinais de TV digitais na posição orbital 70O W e mais de seis milhões de caixas receptoras digitais operando com o satélite Star One C2. O número dessas caixas continua a aumentar a cada dia.

O novo satélite Star One D2, em construção, ocupará a hot position em 70O W, substituindo o Star One C2. É a partir dessa posição orbital que atualmente são transmitidos os sinais das maiores emissoras de televisão do Brasil. O Star One D2 será equipado com Banda C de maior potência para oferecer o máximo de qualidade às parabólicas digitais.

O satélite permitirá a transmissão de sinais usando os atuais padrões de transmissões analógicas e digitais, como também o novo padrão digital 16APSK/H.265/DVB – S2X. Esse novo padrão permitirá o aumento da oferta de canais recebidos pelas parabólicas apontadas para esta posição. O Star One D2 substituirá o Star One C2 já em 2020.

“O novo satélite da Embratel foi especialmente desenhado para levar mais potência e qualidade aos sinais de televisão transmitidos. Permitirá a aceleração do processo de digitalização dos sinais analógicos e maior oferta de canais de alta definição (HD) com custos mais baixos e antenas de recepção menores”, explica o executivo.

A digitalização das parabólicas está em processo acelerado e deverá conviver com a chegada da conectividade 5G pela faixa 3,5GHz, que deve ocorrer nos próximos anos. “Estamos confiantes que as parabólicas em Banda C e os futuros sinais 5G poderão coexistir de forma harmônica”, diz Silbert.

Entre as mudanças necessárias para mitigar eventuais interferências do 3,5GHz terrestre está a implementação de um novo amplificador digital LNBF nas parabólicas. “Acreditamos que esse será o caminho menos oneroso e mais veloz para permitir a convivência dos sinais do 5G e da Banda C, mas esse é um tema que ainda está em discussão por todos participantes dos segmentos impactados”, explica o executivo.

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