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Empresas retornam atividades presenciais em até 6 meses

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Crédito: Wolf Wagner/divulgação amcham

Uma pesquisa exclusiva da Câmara Americana do Comércio (Amcham Brasil) em Belo Horizonte mostrou otimismo em relação à retomada dos negócios em Minas Gerais. O levantamento feito com 143 empresas dos segmentos de mineração, transporte, energia, indústria, construção civil, educação, serviços, saúde, varejo e tecnologia, revelou que 72% dos entrevistados acreditam que em até seis meses as atividades presenciais deverão retornar.

Já 23% disseram que já retornaram e 5% acreditam que essa volta ocorrerá apenas no ano que vem. Das organizações ouvidas, 55% delas têm atuação nacional, 24% internacional e 7% estadual. Apenas 4% tem abrangência regional.

Participaram do levantamento empresas de pequeno, médio e grande portes. Das 143 organizações, 42,7% têm até 500 funcionários; 31,5% têm entre 500 e 2000; e 25,9% têm acima de 2000.

Segundo o coordenador regional da Amcham em Belo Horizonte, Matheus Vieira Campos, o objetivo da pesquisa foi traçar um panorama da retomada mediante os efeitos do Covid-19.

“Essa percepção sobre as expectativas e os próximos passados das empresas que atuam no Estado é importante não apenas para entendermos como serão as posturas daqui em diante, mas também para a Amcham ajudar esses empresários e gestores a conduzir seus processos com conteúdo qualificado, eventos direcionados e treinamentos focados no que eles precisam”, destaca.

O levantamento apurou ainda como essas companhias vão se movimentar e organizar quando voltarem ao modo presencial, mesmo que de forma parcial, para preservar a saúde de funcionários e clientes e evitar a propagação do vírus. 13% das empresas afirmaram que pretendem aplicar testes rápidos nos funcionários, 6% devem recorrer ao PCR, que detecta o RNA do vírus na fase inicial do contágio, e outros 6% adotarão a estratégia de associar dois ou mais tipos. O teste sorológico, que verifica a resposta imunológica ao vírus, geralmente a partir da segunda semana da doença, será utilizado por apenas 2% das organizações.

Outro ponto observado foi sobre o que os entrevistados esperavam do setor de Recursos Humanos quando a retomada ocorrer. Entre as respostas mais mencionadas estão: “Cuidado com as pessoas”, “Comunicação”, “Readequação”, “Engajamento”, “Apoio” e “Revisão”. “O resultado da pesquisa comprova a importância do RH nesse processo de adaptação ao novo normal, tanto por parte das empresas quanto das pessoas. E, nesse sentido, a resiliência e a inteligência emocional ganham ainda mais força”, destaca Campos.

Transformações – A análise feita pela câmara também avaliou algumas modificações provocadas pelo Covid-19 nas empresas, que vão desde alterações na forma de trabalhar, quanto em questões relativas a recursos humanos. Um dos pontos considerados no levantamento foi a adoção, por algumas empresas, da Medida Provisória (MP) 936, que permitiu a redução salarial ou a suspensão do contrato de trabalho durante a pandemia.

Quando perguntado se houve diminuição de salário com base na medida, 55,9% informaram que tiveram que recorrer à MP, reduzindo salários e jornadas em percentuais que variam de 10%, 25% a 70%. Enquanto isso, 44,1% disseram que não precisaram aderir à MP.

O levantamento mostrou que o nível de adesão ao teletrabalho dentro das empresas foi variável. Sobre a parcela das equipes trabalhando de casa, 48,2% dos entrevistados afirmaram que têm a partir de 50% da equipe em home office. Somente 3,4% das empresas não adotaram o modelo.

Além disso, 78,3% das companhias que optaram pelo home office forneceram notebook ou computador para os funcionários trabalharem de casa e 35,6% disponibilizaram cadeiras para os profissionais. Algumas ainda forneceram celulares corporativos, ajuda de custo e garantia de acesso à internet. Porém, para 17,4% empresas ouvidas, não foi necessário prover equipamentos extras.

“Todo esse estudo reforça uma característica dos empresários mineiros que é a habilidade de adaptação. Destaco a capacidade dos gestores de verificar necessidades pontuais e criar condições para garantir a continuidade dos negócios. Uma competência que é fundamental para a longevidade dos negócios, mesmo com as adversidades”, enfatiza Campos.

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