Esquadra adia projeto de expansão

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Esquadra adia projeto de expansão
A segurança patrimonial e o fornecimento de mão de obra geram 80% dos negócios da Esquadra | Crédito: DIVULGAÇÃO / ESQUADRA

A crise econômica causada pelo novo coronavírus, que levou, inclusive, o Brasil a entrar – novamente – em recessão técnica, fez com que o Grupo Esquadra, sediado em Belo Horizonte, adiasse os planos de expansão. A empresa, que oferece soluções em segurança e completou 20 anos no primeiro semestre, pretendia abrir filiais em todas as capitais do Nordeste em 2020. Agora, os aportes deverão ser realizados no ano que vem.

De acordo com o fundador e o CEO da Esquadra, Marcos Vinícius Ferreira, a empresa não passou alheia aos efeitos econômicos da pandemia. Segundo ele, como a maioria dos clientes atua no segmento de comércio e varejo os contratos precisaram ser revistos.

“Não estamos imunes às oscilações econômicas do País. Atendemos shoppings e grandes varejistas e muitos deles ficaram por muito tempo com as portas fechadas. Foi o momento de sermos criativos e propor soluções. Com isso, conseguimos manter a maioria na carteira, mas precisamos rever nossas metas de crescimento”, revelou.

Ainda assim, conforme o empresário, está mantido o otimismo e a empresa espera retomar os patamares de negócios em um tempo menor do que o inicialmente projetado. “O grande desafio deste exercício será empatarmos com as receitas do ano anterior”, completou.

Já para 2021, a ideia é que os investimentos sejam retomados, da mesma forma como o crescimento. A aposta do executivo é que a Esquadra cresça em torno de 5%. “O pós-pandemia será de retomada de investimentos, pois as empresas necessitam dar um salto, recuperarem-se das perdas de 2020. E o setor de segurança que sempre cresceu em torno de 10% ao ano, também seguirá esse movimento”, avaliou.

A empresa está presente nos principais estados brasileiros, como Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Roraima e o Distrito Federal. Minas e São Paulo concentram a maior parte dos clientes. Segundo Ferreira, a entrada no Nordeste brasileiro ocorrerá de forma orgânica, visando atender os parceiros que possuem operações naqueles estados.

Com 8 mil colaboradores, o grupo chegou aos 20 anos oferecendo serviços de escolta armada, segurança patrimonial e a gestão de Facilities, com o fornecimento de mão de obra para as áreas de limpeza, segurança e manutenção às organizações. Juntos, os braços de segurança patrimonial e fornecimento de mão de obra especializada respondem por 80% dos negócios.

SERVIÇOS OFERECIDOS

• Transporte de valores;
• Escolta armada;
• Segurança patrimonial;
• Segurança pessoal;
• Serviços especiais (carga segura multifuncional e carga segura especial);
• Esquadra Tech/Segurança eletrônica;
• Esquadra internacional.

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/


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