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Faturamento do setor de consórcios atinge R$ 61,2 bilhões

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Segmento de consórcio de veículos leves ficou estável no primeiro semestre, aponta a Abac | FOTO: CHARLES SILVA DUARTE/Arquivo DC Usada em 06/08/20

Um dos poucos setores a poder comemorar um primeiro semestre positivo, os consórcios se mostraram como uma opção segura para boa parte dos brasileiros. Consolidado e capilarizado, o sistema já recuperou em junho os mesmos níveis de entrantes estabelecidos antes da pandemia.

De acordo com balanço divulgado pela Associação Brasileira de Administradora de Consórcios (Abac), o volume de novos participantes atingiu 1,26 milhão, no primeiro semestre. No encerramento do semestre, os negócios decorrentes das vendas de novas cotas alcançaram R$ 61,26 bilhões, pequena retração de 0,4% em relação aos R$ 61,55 bilhões contabilizados nos mesmos seis meses do ano passado.

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Para o presidente da Regional Sudeste II da Abac – que reúne os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo -, Píndaro Luiz de Souza, ao adotarem o mecanismo, os consumidores confirmam a confiança no setor criado no Brasil e que a compra compartilhada, feita a partir de planejamento financeiro, é o melhor caminho para adquirir bens ou contratar serviços.

“O consórcio se baseia na educação financeira. Ele dá ao consumidor a previsibilidade de gastos e a garantia do bem. O brasileiro sabe usar e confia no sistema. O consórcio chega a todos os rincões do Brasil e nesse momento de crise severa tem melhor desempenho naqueles segmentos ligados à segurança como os imóveis e veículos pesados, por exemplo”, explica Souza.

O principal destaque nas adesões foi o volume de junho que, com 243,10 mil cotas comercializadas, praticamente se igualou às 245,66 mil de fevereiro, antes da influência da pandemia. Ficou ainda 39,8% acima das 173,83 mil verificados em maio.

O acumulado de janeiro a junho chegou a 1,26 milhão de cotas vendidas, 10,0% inferior às 1,40 milhão registradas naqueles meses de 2019.




No último mês do semestre, o total de participantes ativos atingiu 7,34 milhões, estável em relação aos 7,31 milhões no mesmo mês de 2019. Mesmo com o equilíbrio geral, quatro setores, dos seis onde os consórcios estão presentes, apresentaram avanços: serviços, com 50,4%; eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 38,7%; veículos pesados, com 8,7%; e imóveis, com 3,2%. Simultaneamente, veículos leves mantiveram-se estáveis e motocicletas com retração de 5,2%.

Mercado mineiro – Apesar de não existirem dados regionais disponíveis, segundo o dirigente, Minas Gerais se comporta dentro da média nacional. No mercado mineiro vale destaca a performance do setor de imóveis, que agrega players de importância nacional. A tendência é que os resultados se mantenham positivos no segundo semestre deste ano.

“O segundo semestre aponta para o crescimento, mesmo sendo um período atípico. A pandemia provocou nas administradoras uma maior agilidade nas práticas comerciais, apoiadas na tecnologia, para adequar o atendimento a esse novo consumidor que surge no pós-crise. A essência do consórcio está pautada no planejamento. Em Minas os consórcios de imóveis tem uma grande relevância não apenas para dentro do próprio Estado, mas para o País, já que sediamos empresas de atuação nacional”, avalia o presidente da regional.

Os acumulados semestrais de vendas nos últimos dez anos demonstraram as dificuldades enfrentadas pelo Sistema de Consórcios como a crise econômica, vivenciada de 2014 a 2016, e a posterior retomada, considerando inclusive o abalo sentido com a Covid-19. Na retrospectiva da década, entre as somatórias comercializadas nos períodos de janeiro a junho, o ano de 2020, com 1,26 milhão, recuperou-se de forma acelerada, ficando com o terceiro melhor resultado.

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