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Frutty investe para ampliar a produção em Minas Gerais

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Fábrica da Fruty produz, por hora, 12 mil garrafas de 2 litros, 15 mil garrafas de 500 ml e 15 mil garrafas de 250 ml - Crédito: Divulgação

Localizada em São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, a indústria de refrigerantes Frutty aposta na reação da economia nacional e investe em expansão. Durante o ano de 2018, foram cerca de R$ 12 milhões investidos em maquinários e nova tecnologia para triplicar a produção.

A empresa também aumentou sua estrutura física para abrigar uma engarrafadora de água mineral. A expectativa é de que a nova linha tenha um investimento de R$ 8 milhões.

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O diretor administrativo da Frutty, Rogério Vilela, afirma que foi justamente a confiança na recuperação da economia que fez a direção investir em um ano marcado de incertezas políticas.

“Fizemos o projeto de expansão no fim de 2017 e em 2018 começamos a implementá-lo, em plena crise. Fizemos isso acreditando que o Brasil não ia ficar parado para sempre”, diz.

A capacidade produção da fábrica foi triplicada e, hoje, produz, por hora, 12 mil garrafas de 2 litros, 15 mil garrafas de 500 ml e 15 mil garrafas de 250 ml. O investimento de R$ 12 milhões foi em maquinário e também em softwares e tecnologia em geral.

A expectativa é de que o retorno desse investimento aconteça em até cinco anos. Para suportar o crescimento em produção, a fábrica também contratou 25 colaboradores.

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De acordo com Vilela, a fábrica tem 10 produtos diferentes, entre refrigerantes, energético e água gaseificada. Entre os sabores produzidos pela Frutty estão: guaraná, laranja, limão, tubaína, cola, uva e abacaxi. A linha de produção contempla garrafas de diferentes tamanhos, desde o tradicional 2 litros até o menor de 250 ml.

A indústria também está em processo de aprovação para engarrafamento de água mineral. A água é proveniente de uma fonte que fica dentro da área da fábrica e, segundo o diretor, trata-se de água fluoretada e alcalina. Segundo Vilela, o processo de licenciamento da nova planta já dura 10 anos.

“Nosso objetivo era trazer mais valor agregado para a marca, adicionando um produto ao portfólio. Mas tem sido uma jornada longa por conta da burocracia”, destaca. O diretor afirma que é difícil prever quando a fábrica será construída, pois depende da aprovação da Agência Nacional de Mineração.

Mesmo assim, a gestão já investiu em expansão física da fábrica: alguns terrenos no entorno foram comprados e a fábrica passou de 27 mil metros quadrados para 35 mil metros quadrados. A estimativa do diretor é de que a nova planta de engarrafamento de água receba um investimento de R$ 8 milhões.

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