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Grupo Lafaete desenvolve Casa Flutuante

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O flutuante possui uma área total de 84 metros quadrados, no qual abriga uma casa de 28,8 metros quadrados | Crédito: Divulgação

O mundo conectado e com sérias questões éticas a resolver emergido ou acelerado pela pandemia exige novas formas de convivência entre pessoas e natureza. Isso inclui novos jeitos de construir, morar e se hospedar. Com sede em Minas Gerais, o Grupo Lafaete, através da Indústria CMC Módulos – unidade especializada localizada em Mirassol, no interior paulista -, lançou a Casa Flutuante.

De acordo com a gerente de Desenvolvimento Imobiliário do Grupo Lafaete, Flávia Venturini, a Casa Flutuante tem um grande apelo de moradia e também de negócio turístico. Com custo a partir de R$ 530 mil é possível adquirir o imóvel pronto, de 28,8 metros quadrados e autossuficiente, com gerador, sistema de energia solar e tratamento próprio de resíduos.

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O flutuante possui uma área total de 84 metros quadrados, no qual abriga uma casa de 28,8 metros quadrados com um quarto de casal, sala, banheiro, cozinha integrada à sala e uma área externa com um deck frontal de 30 metros quadrados.

“Essa é uma tendência mundial. As novas tecnologias de construção, principalmente com apelo à sustentabilidade, agredindo menos o meio ambiente e trazendo um retorno mais rápido, têm um bom caminho. A Casa Flutuante serve perfeitamente aos empreendimentos hoteleiros, oferecendo uma experiência rara. Ela pode ser ‘ancorada’ em uma lagoa, rio ou mar e ser transportada de um lugar para outro. O projeto já inclui as licenças junto à Marinha e é possível entregar tudo pronto em cinco meses”, explica Flávia Venturini.

E para quem quer os pés bem plantados no chão, mas com mobilidade, o Grupo lançou a loja autônoma em módulo. Cada vez mais comuns, o uso dos módulos começou pelo reaproveitamento de contêineres e está evoluindo. O grupo mineiro preferiu a construção dos próprios módulos.

“A loja autônoma tem muito apelo pela automatização dos processos e por ser transportável. O empreendedor pode, por exemplo, construir um street mall em uma cidade durante um festival gastronômico e depois se mudar para outro evento muito rapidamente, com a vantagem de não precisar ser o dono do terreno. Nos dois casos – loja autônoma e casa flutuante – o investidor tem a vantagem de antecipar as receitas. Reduzimos o tempo de construção de uma loja convencional de quatro meses para 20 dias”, pontua a gerente de Desenvolvimento Imobiliário do Grupo Lafaete.

Para desenvolver os projetos, o Grupo investiu no treinamento da mão de obra, qualificando as equipes para o uso de novas tecnologias. Para a Casa Flutuante existe um parceiro engenheiro naval responsável pelos cálculos e também pela documentação junto à Marinha.

“Os colaboradores trabalham dentro de uma indústria, com salários médios maiores do que no mercado de construção. A capacitação é feita internamente, especializando esses profissionais no que é conhecido como construção a seco”, completa o diretor de Operações do Grupo Lafaete, Edison Tateishi.

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