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Shopping centers da Capital investem em adaptações para “novo normal”

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Estação BH contou com a reabertura de algo em torno de 90% de suas lojas com a flexibilização anunciada neste mês | Crédito: Press & Co - Divulgação

Os shopping centers da capital mineira ficaram cerca de 130 dias fechados em função das restrições de funcionamento decretadas pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) em combate ao Covid-19. Mas, desde o último dia 6 de agosto, puderam voltar a funcionar ao menos três dias da semana com os protocolos de segurança e movimento bem abaixo do tradicional.

Com o avanço da flexibilização das atividades econômicas da cidade anunciadas pelo prefeito Alexandre Kalil (PHS) na última quinta-feira (20), na próxima semana, os estabelecimentos poderão abrir de segunda a sexta-feira, de 12 horas às 20 horas.

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As principais redes da cidade investiram fortemente no chamado “novo normal” e na adoção de protocolos de higiene e segurança, visando não apenas a saúde das pessoas que trabalham ou transitam pelos corredores, mas também dos próprios negócios, em vistas de não fecharem outra vez.

O Shopping Del Rey, localizado na região Noroeste da cidade, por exemplo, realizou uma série de adequações físicas e práticas, com a adoção de um protocolo especial de higienização e prevenção ao Covid-19, baseado em experiências internacionais e orientações de profissionais da saúde do Hospital Sírio Libanês.

Segundo o superintendente do mall, Miguel Magnavita, foram realizadas alterações de infraestrutura como sinalizações no piso, nos banheiros e no estacionamento para orientar o fluxo e o distanciamento social dos consumidores. Além disso, foi retirado o acionamento do sistema de retirada dos tickets na cancela; instalados acrílicos nos espaços de atendimento ao cliente; totens com dispensers de álcool gel em diversos pontos e pias com água e sabão na praça de alimentação.

“Também investimos em treinamento e soluções tecnológicas que nos ajudam no monitoramento de acesso e temperatura das pessoas. E incorporamos uma prática de higienização ainda mais criteriosa”, citou.

Sobre as primeiras semanas de funcionamento, após cerca de 130 dias fechados, Magnavita contou que a percepção foi positiva e até surpreendente. Neste sentido, ele informou que as operações autorizadas a funcionar já abriram suas portas, incluindo todas as âncoras, e o fluxo de pessoas se manteve fluido, em um bom número dentro da capacidade permitida, sem a necessidade de grandes retenções nas entradas.

“O que sentimos nos corredores é que as pessoas estão sendo efetivas na vinda ao shopping, realizando compras e respeitando as medidas de proteção individual”, ressaltou.

Cuidado redobrado – O Estação BH, em Venda Nova, também adotou um série de mudanças e medidas, para atender as autoridades sanitárias e protocolos da PBH. De acordo com o superintendente do mall, Rodrigo Vellozo, a caminhada no novo momento tem sido com cuidado redobrado e empatia. Segundo ele, diante das restrições impostas pela pandemia, o shopping vem incrementando sistematicamente o elo entre lojistas e consumidores.

“Além das já consolidadas ações do Cardápio e Vitrine virtuais, que transformaram a experiência do cliente com sua loja ou restaurante preferido através da compra on-line, nós contamos ainda, com uma ferramenta facilitadora, o Delivery Center”, contou.

Em relação ao funcionamento nas últimas semanas, Vellozo disse que já no primeiro dia de reabertura do comércio, o Estação BH contou com mais de 90% de suas lojas e operações em funcionamento. O número, dentro do esperado se considerado o pouco tempo que os comerciantes tiveram para se organizar nesse reinício das atividades do varejo na cidade, naturalmente cresceu.

“Sentimos que está havendo uma retomada gradual e consciente por parte do shopping, dos lojistas e do frequentador, sempre atentos aos protocolos e priorizando a segurança de todos”, completou. Além disso, ele se disse surpreendido positivamente pelas vendas, no entanto, não revelou números.

O Boulevard Shopping, localizado na região Leste da cidade, disse, por meio de nota, que adotou um rigoroso protocolo de segurança. E que o empreendimento está funcionando com sistema de contagem de pessoas, aferição de temperatura e utilização de câmera de temperatura corporal, rotina ainda mais intensa de higienização.

Sobre o movimento, afirmou que segue dentro do esperado e algumas operações ainda permanecem fechadas, para atender às restrições do decreto municipal. “O shopping não registrou impacto relevante em rescisões contratuais em função da pandemia”, garantiu no documento.

A administração do mall disse ainda que o empreendimento vem implementando uma série de medidas de suporte ao varejo, contribuindo com a geração de fluxo de caixa, preservação de empregos e boa capacidade de operação. Durante o período em que as atividades permaneceram suspensas, houve isenção na cobrança do aluguel e do fundo de promoção, além de descontos progressivos nas taxas condominiais.

Shopping Cidade: aporte de R$ 100 mil

“Crachá Sorriso” é usado pelos funcionários do shopping

O Shopping Cidade, no hipercentro de Belo Horizonte, é conhecido pelo alto fluxo de passantes por conta de sua localização, recebeu investimento de R$ 100 mil em medidas para voltar a receber os consumidores.

“Para voltar a receber os clientes neste momento de pandemia, o mall passou por uma completa preparação ao longo dos últimos meses, pensando no bem-estar e principalmente na saúde de todos, seguindo os protocolos de segurança e boas práticas elaborados pela Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers) e validados pelo Hospital Mater Dei, além de obedecerem a todas as normas sanitárias da Prefeitura de Belo Horizonte”, informou o centro de compras, por meio de nota.

O empreendimento investiu em ações, como a contratação de um médico infectologista para orientar as melhores práticas, treinamento de colaboradores, pulverização diária do mall, separação de vagas de estacionamento por cones, demarcação de piso do lado externo, completa sinalização de procedimentos para prevenção ao Covid-19 nos corredores, elevadores e estacionamento, dispensers de álcool em gel, placas de acrílico para estações de trabalho, entre outras medidas.

Só de câmeras termográficas de última geração, para aferição da temperatura dos clientes em todas as entradas do shopping, foram gastos R$ 32 mil.

Além disso, o Shopping Cidade desenvolveu o “Crachá Sorriso” para os colaboradores que, agora paramentados com todos os EPIs necessários (face shield, máscaras, luvas e coletes), ficaram com o rosto tapado. “Vimos essa iniciativa de um hospital americano e achamos uma ótima saída para trazer o sorriso que ficava estampado no rosto da nossa equipe de volta”, comemora a gerente de Marketing, Carolina Vaz.

Apesar de ainda não liberadas para uso, as praças de alimentação do mall também já estão preparadas para receber os clientes de volta. Além da retirada de parte das cadeiras, algumas mesas ganharam adesivos de interdição e todas as lixeiras foram adaptadas com pedais para evitar o uso das mãos em sua abertura.

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