DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,9160

VENDA: R$4,9170

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,0000

VENDA: R$5,0980

EURO

COMPRA: R$5,2070

VENDA: R$5,2096

OURO NY

U$1.842,24

OURO BM&F (g)

R$291,42 (g)

BOVESPA

+0,71

POUPANÇA

0,6697%

OFERECIMENTO

Negócios Negócios-destaque

Mercado de tablets cai 32,3% no 2º trimestre de 2020

COMPARTILHE

Crédito: Divulgação/IDC Brasil

Desde 2016, o mercado de tablets no Brasil não experimentava uma queda tão acentuada quanto a do segundo trimestre de 2020. De abril a junho, foram comercializados 477.377 tablets, queda de 32,3% em relação ao mesmo período de 2019 e de 29,2% em relação aos três primeiros meses de 2020.

Em 2016, no mesmo período, a queda foi de 32%. De lá para cá, o movimento do segundo trimestre sempre foi de queda, mas não nessa proporção. Em 2017, caiu 8%, em 2018, caiu 3,4% e, no segundo trimestre do ano passado, caiu 7,6%. Todos os dados são da IDC Brasil, que desde 2010 realiza estudos do mercado de tablet no País (IDC Brazil Tablets Tracker).

PUBLICIDADE




“A retração do mercado de tablets no Brasil começou em 2015, também no segundo trimestre. Naquele ano, a queda foi de 35%. Desde então, temos períodos em que até há uma leve reação, mas, no geral, o movimento é de queda”, diz Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Foi o que aconteceu no 1º trimestre deste ano, que teve queda de apenas 3%. “A volta às aulas, em janeiro, e o início da quarentena e das aulas à distância, em março, aumentaram as vendas, mas o consumo não se manteve nos meses seguintes e o ritmo de queda deve continuar”, estima o analista da IDC Brasil.

Já os preços, seguem em alta. Segundo o estudo IDC Brazil Tablets Tracker 2Q2020, o tíquete médio do tablet no 2º trimestre foi R$ 971,56, 44,7% a mais do que no mesmo período de 2019 e 47,4% a mais do que nos três primeiros meses deste ano.

“O mercado tem apontado cada vez mais uma mudança no mix de produto, com tablets intermediários e premium ganhando mais importância e participação. Assim, o aumento nas vendas de tablets com maiores especificações técnicas refletiu também no aumento do preço médio”, explica Pereira. Quanto à receita foi de R$ 463 milhões, apenas 10 milhões a menos do que no mesmo período de 2019.

PUBLICIDADE




Ainda segundo o estudo da IDC Brasil, dos 477.377 tablets vendidos no segundo trimestre de 2020, 438.412 foram para o varejo, queda de 32,3% em relação ao primeiro trimestre, e 38.965 para o mercado corporativo crescimento de 47,3%, apoiado pela participação dos tablets premium e projetos para os setores da Educação e Governo.

Expectativas – Para o terceiro trimestre de 2020, a previsão da IDC Brasil para o setor de tablets é que siga o movimento de queda, acentuado pelos impactos da pandemia de covid-19, da alta do dólar e do desemprego. Para o ano, a IDC espera que a retração total seja de 12%.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!