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Multinacionais se unem para redefinir o papel dos negócios na sociedade

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Precisamos redefinir a economia, afirma Andrew Kassoy | Crédito: MICHAEL ROTHERMEL

Baseado na sua missão de usar os negócios para gerar impacto positivo, o B Lab anunciou o lançamento da iniciativa B Movement Builders. Inspirados pela liderança de pensamento da comunidade de Empresas B Certificadas, a coalizão une empresas multinacionais de capital aberto que visam transformar a economia global para contribuir com a valorização de longo prazo de todos os seus públicos. A iniciativa é inédita e seus fundadores somam mais de US$ 60 bilhões e 250 mil funcionários em todo o mundo.

O primeiro grupo de B Movement Builders é formado por: a empresa de processamento de vegetais Bonduelle, a siderúrgica Gerdau, a fabricante de fragrâncias e aromas Givaudan e a varejista Magalu; sob a mentoria da indústria alimentícia focada em saúde Danone North America e o grupo de fabricantes de cosméticos Natura&Co. Embora não seja uma certificação de seu desempenho, as B Movement Builders são escolhidas a partir de uma triagem inicial de elegibilidade e os esforços contínuos previstos pelo programa serão supervisionados pelo Conselho Consultivo Independente do B Lab.

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As B Movement Builders podem ter subsidiárias que são Empresas B, estar no processo de obter a Certificação B ou usar seus negócios para gerar impacto positivo, seguindo os passos e colaborando com as Empresas B.

Todos os apoiadores do Movimento B são empresas com pelo menos US$ 1 bilhão de receita anual, comprometidas com os princípios do Movimento B, ou que realizem ações coletivas que coloquem em prática esses princípios. As mentoras também são corporações multinacionais e de capital aberto cujos negócios globais tem pelo menos 30% de certificação e vão orientar as B Movement Builders sobre como incorporar e seguir os princípios do Movimento B: desempenho, transparência e responsabilidade.

Mantendo o compromisso do B Lab com critérios estritos e transparência, as B Movement Builders se comprometem a:

  • Viabilizar a assinatura do CEO da Declaração de Interdependência do B Lab;
  • Usar a Avaliação de Impacto B para medir e gerenciar os impactos sociais e ambientais;
  • Produzir e compartilhar publicamente uma avaliação de materialidade;
  • Estabelecer metas e mostrar progresso em direção ao cumprimento de pelo menos três metas aspiracionais vinculadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Coletivamente, as empresas devem:

  • Compartilhar publicamente o compromisso de cada empresa em cumprir os três princípios fundamentais;
  • Apoiar o Movimento B;
  • Colaborar com outras empresas e stakeholders que invistam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;
  • Assinar uma declaração conjunta com outros B Movement Builders sobre a governança de stakeholders;
  • Se envolver com os principais acionistas e o poder legislativo para a adoção mais ampla da governança de stakeholders.

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Transformar os princípios operacionais e a governança de grandes empresas exige tempo, comprometimento e coragem. As empresas que estão passando por essa evolução na governança, nas políticas e procedimentos internos precisam de apoio e colaboração mútua, sendo que o princípio de que empresas ajudam outras empresas é a essência do programa do B Movement Builders.

A maioria das Empresas B certificadas são de pequeno e médio porte, com menos de 250 funcionários. Para cumprir a visão do B Lab de uma economia mais inclusiva, justa e regenerativa, as empresas multinacionais devem se juntar ao movimento e muitas estão procurando fazer isso.

“A pandemia de Covid-19 e a consequente crise econômica provaram que nosso sistema econômico não é tão resiliente quanto precisamos. Para chegar lá, precisamos redefinir a economia para que seja inclusiva, igualitária e regenerativa, e que funcione para todos e a longo prazo. Para acelerar essa mudança, também precisamos de grandes multinacionais a bordo. Tenho muito orgulho do senso de liderança e da ousadia das B Movement Builders – é o tipo de liderança que precisamos no setor privado se quisermos fazer com que o capitalismo de stakeholders seja significativo e duradouro”, comenta o cofundador e CEO da B Lab Global, Andrew Kassoy.

Para o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, “fazer parte do B Movement Builders é mais uma etapa do compromisso da Gerdau com o desenvolvimento sustentável. A sustentabilidade faz parte do alicerce do nosso futuro e reflete o propósito da empresa, incentivando as pessoas e a indústria a deixar um legado positivo para a sociedade.”

Mais do que nunca, as empresas precisam trabalhar coletivamente e de forma interdependente para formar um sistema que seja realmente inclusivo, equitativo e que empodere todas as pessoas. O mundo conclama às empresas a agirem de maneiras significativas e autênticas para enfrentar a desigualdade galopante e a crise climática cada vez mais críticas e que ameaçam os principais sistemas dos quais dependem todas as vidas e negócios: a natureza e a interdependência humana.

O Programa B Movement Builders foi desenvolvido com o apoio generoso de um doador anônimo, juntamente às organizações Partners for a New Economy, Prudential Foundation, and the Skoll Foundation.

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