COTAÇÃO DE 25/05/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,8200

VENDA: R$4,8210

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,8900

VENDA: R$5,0160

EURO

COMPRA: R$5,1520

VENDA: R$5,1546

OURO NY

U$1.853,68

OURO BM&F (g)

R$287,13 (g)

BOVESPA

-0,98

POUPANÇA

0,6724%

OFERECIMENTO

Negócios zCapa

Festas do fim de ano aumentam movimento no Mercado Central

COMPARTILHE

Nas últimas semanas, o movimento entre corredores, bancas e lojas do mercado está maior - Crédito: Divulgação

Mundialmente conhecido pela tradição e diversidade dos produtos ofertados, o Mercado Central de Belo Horizonte recebe mais de um milhão de pessoas todos os meses. Com a proximidade de datas e festas típicas, como o Natal e o Ano Novo, a movimentação fica ainda maior. Belo-horizontinos e turistas chegam em busca de itens para montar as ceias, como carnes, frutas e castanhas, além de presentes típicos e diferenciados que expressem a essência de Minas Gerais.

De acordo com o presidente do Mercado, Geraldo Henrique Figueiredo Campos, nas últimas semanas, o movimento entre corredores, bancas e lojas está maior. Segundo ele, o clima natalino já toma conta das pessoas que circulam pelo Centro da cidade e o cenário econômico mais favorável também.

PUBLICIDADE




“Não sei estimar em quanto aumentou ou em quanto deveremos elevar nossas vendas neste ano. No entanto, já percebemos um incremento, principalmente porque o Natal do ano passado foi bem limitado em termos de consumo. Acredito que, neste ano, as pessoas estão comprando mais e com maior consciência”, disse.

Para o comerciante, o melhor ambiente econômico está entre os fatores que justificam a expectativa na alta das vendas, com a queda da inflação e do desemprego. Além disso, ele acredita que a injeção de dinheiro na economia, como a liberação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também funcionará como alavanca.

“Há, ainda, a expectativa do pagamento do 13º do funcionalismo público do Estado, que fará toda a diferença no consumo da cidade. Além disso, o repasse para os municípios e o pagamento dos funcionários do interior também, porque muita gente sai das cidades pequenas para comprar na Capital”, explicou.

Estoques – Diante da expectativa, os lojistas já preparam o estoque para o aumento da demanda. De acordo com Campos, os produtos mais procurados nesta época do ano são frutas, castanhas, peixes, carnes e aves para as ceias, bem como itens de artesanato, bebidas, doces, queijos e iguarias para presentear. Ele, inclusive, deu uma dica para quem tradicionalmente costuma servir carne de boi na noite de Natal e Ano Novo, já que o preço subiu muito nas últimas semanas, em virtude da maior demanda por parte do mercado chinês.

PUBLICIDADE




“Uma boa opção são as aves, já tradicionais para esta época do ano, e o bacalhau, produto muito encontrado no Mercado Central. Ainda não percebemos o aumento dos preços destes itens que podem ser alternativas para esta época do ano”, destacou.

Sobre o desempenho de 2019, o presidente disse que, no geral, ainda foi possível observar reflexos da economia negativa nos anos anteriores. De toda maneira, ele ponderou que o movimento foi melhor que a média do comércio do Centro da cidade, tendo passado pelo tradicional ponto turístico cerca de 1,2 milhão de pessoas por mês. Para Campos, o que contou para isso foram os diferenciais das lojas que “entregam tradição, variedade e mineiridade aos clientes”.

Para 2020, as expectativas são melhores. O comerciante acredita que o consumo tende a continuar crescendo no País, a partir da recuperação da própria economia, da retomada da construção civil, responsável por um grande volume de empregos, e pela expectativa de retomada das atividades no Centro de Convenções Israel Pinheiro da Silva (Minascentro), na região Central da Capital.

“O Minascentro é um diferencial para o Mercado Central. Estamos animados com a perspectiva de retomada dos eventos, após a licitação que ocorreu no início do mês”, disse. O centro de convenções está em obras desde janeiro de 2018 e, recentemente, foi ofertado à iniciativa privada.

Lojistas – Entre os lojistas, o tradicional aumento do movimento de fim ano começa a ser percebido, mesmo que de forma tímida. De acordo com a supervisora da Roça Capital – loja especializada em produtos da gastronomia mineira -, Brunella Loredo Santana Mota, os consumidores já estão aparecendo com mais frequência e consumindo mais.

Segundo ela, a expectativa é de que as vendas aumentem em torno de 10% neste período em relação à mesma época do ano passado. “O maior apetite pelo consumo, que a melhora da economia está proporcionando, deve impulsionar a venda de doces, queijos, cafés e cachaças que oferecemos na loja. São ótimas opções para presentes”, destacou.

Da mesma maneira, o vendedor da Ronaldo Licores – especializada em bebidas diversas -, Paulo Sergio Godinho, disse que as expectativas quanto às vendas do fim de ano são otimistas. “Ainda é cedo para falarmos em números, mas acredito que o movimento vai ser maior. A questão é que o brasileiro deixa para comprar de última hora. Então, estamos aguardando já com estoque de bebidas de todos os tipos”, finalizou.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!