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Número de empresas associadas ao Instituto Capitalismo Consciente Brasil dobrou em 2020

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Para Bethlem, os desafios do movimento ainda são enormes | Crédito: Divulgação/ICCB
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Em 2020, as empresas brasileiras estão mais engajadas a impactar positivamente a sociedade e adotar práticas mais conscientes em seus negócios. Criado em outubro de 2013, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB) alcançou a marca de 200 corporações associadas, um crescimento de 100% nos últimos dez meses.

“O momento é cada vez mais propício para reforçarmos os pilares do Capitalismo Consciente por meio do Líder Consciente no cuidado com as pessoas e com o planeta. Principalmente com o tema chegando ao World Economic Forum de Davos no começo do ano e com a pandemia, que evidenciou a necessidade de um olhar mais consciente por parte das organizações. Entretanto, os desafios ainda são enormes para engajarmos mais e mais empresas a mudarem o foco do lucro no curto prazo para o propósito no longo prazo, gerando retornos a todos os stakeholders e não apenas aos shareholders”, completa o presidente do conselho do ICCB, Hugo Bethlem.

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Além do aumento de grandes empresas interessadas em incentivar e inspirar líderes a aplicarem os princípios do capitalismo consciente em suas organizações, em 2020 houve um crescimento significativo do número de embaixadores do Instituto. Ao todo, são mais de 2 mil pessoas físicas associadas em todo o País e a expectativa é de que o número cresça exponencialmente.

De acordo com o diretor-geral do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Dario Neto, a pandemia acelerou as transformações. “Nós que estávamos mergulhados no tema há alguns anos já sentíamos que a pauta estava esquentando. No Instituto, temos testemunhado um crescimento bastante expressivo, saindo de cerca de 30 associados pessoa física para mais de 2 mil. No começo do ano, tínhamos dez startups associadas e hoje temos 50. O crescimento está sendo quase diário, e isso tem a ver com o fortalecimento da nossa instituição e, principalmente, com o fortalecimento da pauta e da percepção de que não há outro jeito de fazer negócios”, argumenta.

Ainda segundo o porta-voz, um novo capitalismo é possível e necessário. “Nos últimos 200 anos, tivemos substancial geração de riqueza no mundo e aumento significativo da expectativa de vida das pessoas. Por outro lado, testemunhamos uma acentuação enorme da desigualdade e de diversos problemas sociais e ambientais. Um capitalismo implementado na prática com amor e cuidado por todos os stakeholders – que inclui o shareholder – pode fazer com que as empresas no mundo sejam protagonistas na cura das dores da sociedade”, acrescenta Dario Neto.

Formação – Para amplificar ainda mais os princípios do capitalismo consciente, concretizá-los por meio de ferramentas e profissionais capacitados e auxiliar os gestores e as empresas a colocar em prática estes princípios, o ICCB lançou uma certificação inédita. A iniciativa foi construída exclusivamente por consultores para associados brasileiros, ou seja, o Brasil é o primeiro ligado ao movimento global de capitalismo consciente a oferecer esse benefício.

Toda a formação é feita por pessoas físicas e a carga horária é de oito horas, divididas em quatro dias de duas horas cada. As apresentações são feitas pelos consultores criadores da formação e, portanto, inteiramente acompanhadas on-line. “Estamos no momento ideal de entregar ao mercado ferramentas que possam aprofundar os conceitos e instrumentalizar profissionais para multiplicar de forma oficial nosso posicionamento como movimento. Diante do contexto de pandemia, que evidenciou a necessidade de muitas transformações, vamos atuar de maneira ainda mais ativa para contribuir para o novo capitalismo e práticas de negócios mais humanizadas. Precisamos de líderes conscientes para construir relações mais saudáveis entre todos os stakeholders e diminuir a desigualdade”, explica Hugo Bethlem.

A formação qualifica embaixadores a falarem em nome do movimento no Brasil, e o instituto já está desenvolvendo a certificação avançada para qualificar pessoas que queiram atuar em consultoria em nome do movimento. Além disso, todos os embaixadores certificados integram a comunidade que terá curadoria de conteúdo feita pela conselheira Graziela Merlina.

Outra novidade no instituto este ano é a formação do Conselho Emérito. Esse conselho conta com a participação de empreendedores e empresários renomados, que, ao longo da sua carreira, demonstraram ser profissionais apaixonados pelo que fazem, guiados por um propósito claro, com uma liderança humanizada que cuida das pessoas e do planeta e que representam diferentes segmentos da economia.

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