Foco de atuação será voltado para o atendimento a clientes que operam com e-commerce | Crédito: Divulgação/Pacer Logística

Sediada no Rio de Janeiro, a Pacer Logística acaba de inaugurar um centro de distribuição (CD) em Extrema, no Sul de Minas Gerais. Embora não revele o valor aportado, a empresa já está operando uma área de 2 mil metros quadrados dentro de um condomínio logístico na cidade. Trata-se do quinto CD da empresa no País e o foco de atuação será voltado para o atendimento a clientes que operam com o comércio eletrônico.

O empreendimento consolidará a presença da Pacer na região, uma vez que a empresa já atua, há dois anos, em Santa Rita do Sapucaí, no chamado Vale da Eletrônica, com soluções de logística.

“Nos últimos anos, Extrema vem se tornando um polo estratégico para operações logísticas, ao oferecer condições diferenciadas de impostos, reduzindo custos ao mesmo tempo em que mantém os estoques a pequenas distâncias da capital paulista. É uma localização que torna as operações mais competitivas”, justificou a escolha o CEO da Pacer Alexandre Caldas.

Linhas de atuação – Com 18 anos de atuação, a empresa opera em três linhas de negócios: transportes, armazenagem e gestão de peças de reposição. Os principais clientes são indústrias dos segmentos de cosméticos, telecomunicações, varejo e staturps, além do farmacêutico.

Já como operadora logística, a Pacer conta com licenças para armazenagem e transporte de cosméticos, produtos de higiene pessoal, perfumes e alimentos. Além do CD em Minas, possui armazenagens também em São Paulo, Curitiba e Recife, além de 28 postos avançados em todos os estados do País.

Em relação ao desempenho neste exercício, o executivo contou que enquanto alguns segmentos atendidos foram fortemente impactados pela pandemia, outros acabaram sendo beneficiados, como é o caso, por exemplo, dos itens de tecnologia, especialmente os de telecomunicação. Assim, a empresa mantém o otimismo para o fechamento de 2020.

“Não perdemos faturamento, pelo contrário, tivemos muita demanda. No entanto, vivemos um momento de anormalidade, em que os clientes menores foram mais impactados e também reviram os contratos. Por outro lado, os maiores acabaram sendo fortalecidos. De toda forma, não sairemos totalmente afetados nem tampouco 100% positivos, porque para a empresa é importante que todos ganhem”, destacou.

Assim, a expectativa é encerrar 2020 com crescimento de 13% a 18% no faturamento em relação ao ano passado, meta traçada antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil.

“Hoje já começamos a ver uma volta à normalidade, demanda maior em diversos setores. Nosso principal termômetro são as empresas menores e, apenas nos últimos 10 dias, observamos um crescimento expressivo, o que indica que a economia está realmente voltando. De toda forma, ainda é cedo para cravar qualquer projeção de demanda no restante do exercício”, ponderou. A empresa possui 165 funcionários.