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Pandemia reforça tendência em modelo de negócios

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As revendas de automóveis também têm demonstrado preocupação com um futuro mais sustentável, afirma Fernandes | Crédito: Divulgação/Renato Matos

Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e seus 193 países membros em 2015, a Agenda 2030 é um plano de ação global que visa, por meio dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, além do comprometimento com a adoção de medidas para o desenvolvimento sustentável pelos 15 anos seguintes.

Com amplo foco em soluções que minimizem os impactos ambientais, a ação convida toda a sociedade civil, Estados e iniciativa privada a abraçarem essa causa. Empresas já buscam adotar práticas que contemplem as ODS como o patrocínio de projetos em diversas áreas de atuação como cultura, meio ambiente e voluntariado e veem aumentar seus lucros e valor de mercado com as mudanças.

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As revendas de automóveis também têm demonstrado preocupação com um futuro mais sustentável. Segundo o vice-presidente da Associação dos Revendedores de Veículos do Estado de Minas Gerais (Assovemg) e proprietário da Vemig Automóveis, Roney Fernandes, tais medidas são vistas positivamente pela associação e trazem resultados consideráveis na redução de gastos por exemplo com a conta de energia.

A adoção de práticas como o uso de energia solar, reciclagem de lixo e a disponibilização de carregadores para carros elétricos, são alguns dos exemplos de sucesso adotados pelos nossos associados que enxergamos com bons olhos. A conscientização ambiental deve direcionar o mercado nos próximos anos e quem não se atentar a isso ficará para trás”, conta Fernandes.

Lojas como Vemig Automóveis, Auto Pisca, Moderna Veículos e Prime Veículos estão entre os exemplos que aderiram a estas práticas. Segundo o sócio-proprietário da Moderna Veículos, Rogers Neres, os benefícios ultrapassam o custo: “Temos uma fonte de energia limpa e renovável com um investimento de médio prazo. Gerar nossa própria energia desencadeia um sentimento muito bom de contribuição com a manutenção e preservação do nosso ecossistema”.

Ainda no setor automotivo, segundo reportagem da revista “National Geographic”, as compras de veículos elétricos ou parcialmente elétricos aumentaram quase 5% em relação a 2019. Mesmo com a queda em novos emplacamentos, os dados são animadores para o segmento, mesmo representando apenas 2% dos carros vendidos nos Estados Unidos, 5% na China e 10% na Europa, que são considerados os maiores mercados do mundo na atualidade.

A opção por este tipo de automóvel representa uma alternativa animadora para o futuro. Dentre os benefícios da escolha estão a propulsão sem a queima de combustíveis fosséis e emissão de gases poluentes na atmosfera. Dentre os carros híbridos e elétricos disponíveis no Brasil destacam-se os Toyotas Corrola, Corrola Cross, Prius e RAV4, toda linha Lexus, Range Rover e Range Rover Sport, Volvos XC40, XC60, XC90, S60 e S90, BMW série 3, 5, 7 e X3 e X5, Porsche Cayenne, Cayenne  Coupé, Panamera e Panemera Sport Turismo.

A Volkswagen, mirando mercados emergentes como os da América Latina, vem apostando nos biocombustíveis e já apresentou para o conselho administrativo da empresa um projeto para equipe de engenharia no Brasil desenvolver versões adaptadas dos motores híbridos ao etanol. Além das adaptações ao mercado nacional a ideia é investir mais cerca de 73 bilhões de euros em projetos de eletrificação automotivos e lançar, nos próximos seis anos, 130 veículos mundo afora.

São inúmeras as tendências e mudanças do setor em direção a um consumo e utilização mais sustentáveis. Mesmo com a paralisação na produção das montadoras, os números positivos do mercado de seminovos e o aumento nas vendas de veículos híbridos e elétricos apontam para um novo modelo de consumo, acelerado em parte, pelas reflexões geradas pela pandemia da Covid-19. É hora de repensar a produção e reutilizar, visando um futuro com mais tecnologia, inovação, mobilidade e sustentabilidade.

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