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Pesquisa mostra impactos da pandemia em eventos corporativos

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Crédito: Freepik

Embora não se possa falar, com plena convicção, em pós-pandemia, o contágio no Brasil tem mostrado sinais de arrefecimento. A flexibilização gradual permite retomada cuidadosa das atividades econômicas, em conformidade com os protocolos homologados pelas autoridades sanitárias.

Nesse contexto está a indústria de eventos corporativos, uma das mais impactadas e que representa milhares de empregos diretos e indiretos.

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Para medir o ânimo e examinar a percepção do participante de eventos corporativos, a Tour House, em parceria com a 4C Solution, realizou a 1ª Pesquisa de Mercado – Bússola Mice.

Com o objetivo de entender o comportamento e preferências dos convidados dos eventos dos clientes no cenário pós-pandemia, a pesquisa traz insight ao mercado para uma retomada mais assertiva. O levantamento volta-se para aquele que está na ponta, que é o convidado do evento.

As principais áreas de atuação dos respondentes foram Medicina (33.4%); Indústria de Alimentos e Bebidas (18,5%); e Indústria Automotiva (16,3%). O agrupamento ‘outros’ somou 19,9%. As áreas da Indústria de Bens de Consumo; Indústria Farmacêutica; Comunicação e Informação; e Financeira somaram 11,9%.

O estudo levou em conta a preferência dos respondentes quanto a eventos presenciais e digitais. Em se tratando dos Eventos Nacionais, 60,6% disseram preferir os presenciais. Os fatores de engajamento de maior relevo foram Networking e Aprendizado Qualificado. Experiência no Destino revelou-se o fator com menor engajamento.

Por outro lado, na avaliação do engajamento quanto aos eventos online, Segurança Sanitária apareceu como fator mais relevante, como seria de esperar. Quando questionados sobre quantidade de dias e horas/dia de duração, os pesquisados manifestaram disposição em gastar mais tempo nos eventos presenciais.

Para eventos online, 74,1% optaram pela duração de dois dias. Em relação aos presenciais, 52,1% responderam que o ideal seriam três dias. Sobre a quantidade de horas, no presencial, 37,9% dos respondentes apontaram de 5 a 6 horas; e 36,5% de 4 a 5 horas. No online, o ideal para 56,9% seriam eventos de 2 a 3 horas/dia.

O diretor de vendas e novos negócios da 4C Solution, Lúcio Oliveira, diz que sua expectativa em relação ao resultado da pesquisa era uma preferência mais acentuada pelos eventos presenciais. “Não o que aconteceu. Ficou claro que, num cenário, digamos, de Covid-19 dominada, embora o presencial seja o preferido, o formato online ganhou espaço. A tendência aponta para a convivência dos dois modelos, de modo independente ou híbrida. A pesquisa traduz a visão do mercado, no momento em que foi realizada”, afirma.

Os números relativos aos eventos internacionais seguiram diapasão similar àquele dos nacionais. A preferencia pelos eventos presenciais caiu 2,5% mas, ainda assim, chegou a 58,1%. Os fatores de engajamento mais relevantes recaíram sobre Networking, Aprendizado Qualificado e Troca de Ideias com participantes. Aprendizado mais Qualificado e Experiência no Destino revelaram-se os menos relevantes.

O engajamento em relação aos eventos online mostrou, também, Segurança Sanitária como o fator de mais relevância. Sobre a quantidade de dias e horas/dia de duração, os pesquisados sobre eventos internacionais também mostraram maior disposição em investir mais tempo nos presenciais.

Nos eventos online, ideal ficou em dois dias para 60,2% dos respondentes. No presencial, 50,5% responderam que o ideal seriam três dias. E para 38,4%, 7 dias. Em relação à quantidade de horas, no presencial, 46,2% apontaram o ideal de 5 a 6 horas e 36,7%, de 4 a 5 horas. No online, 48,1% consideram o ideal de apenas 2 a 3 horas/dia, enquanto 24,7% preferem de 3 a 4 horas/dia.

A Avaliação de questões de qualificação de importância em eventos nacionais e internacionais destacou Lançamento de Produtos e Congressos como os preferidos na forma presencial. Estudo também deixou claro que Convenções e Festas de Confraternização não são bem vistas no formato online. E mostrou que eventos de Capacitação são pouco impactados no online.

Na avaliação do CEO da Tour House Eventos, Mateus Passos, o estudo trouxe elementos tangíveis para se investir em planejamento de eventos, sejam presenciais ou online. “Mostra que é o momento de se programar, na perspectiva do mercado, do participante e dos fornecedores, que é o caso da Tour House. A pesquisa fornece indicações sobre como se preparar para atender demandas presenciais e online, em termos de estrutura, tecnologia e equipes treinadas. A pandemia, a despeito das dores, nos deu a chance de repensar o tema e criar uma nova matriz de execução de eventos”, explica.

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