Rede social de consumo local prevê maior presença em MG

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Rede social de consumo local prevê maior presença em MG
MeuVizinho.me tem cerca de 1,1 mil usuários em Minas | Crédito: Divulgação

Minas Gerais é segundo estado de maior representatividade entre os usuários da webapp MeuVizinho.me. Presente em 45 cidades mineiras, a expectativa é aumentar em cinco vezes os cerca de 1,1 mil usuários do Estado nos próximos 60 dias.

Tamanho otimismo, conforme o fundador do webapp, o mineiro Carlos Ávila, se deve ao dinamismo do mercado local. “Estamos crescendo, em média, 5% ao dia. A meta é chegar a um milhão de vizinhos no Brasil até o fim do ano. Minas Gerais, com certeza, terá grande participação e relevância, principalmente Belo Horizonte e região metropolitana, que abriga mais da metade dos usuários do Estado”, disse. As regiões Sul e Triângulo também são destaque.

Hoje, a plataforma reúne cerca de 8 mil usuários, dos quais 3 mil ofertam produtos e serviços em todo o País. O diferencial, segundo Ávila, está justamente no intuito de conectar e aproximar pessoas, movimento que se tornou ainda mais importante diante dos desafios impostos pela pandemia de Covid-19. Mas que promete permanecer, mesmo depois que as medidas de distanciamento social em combate ao coronavírus acabarem.

“A demanda já existia e a pandemia só a aflorou. Além disso, a valorização de comércios locais é algo que está cada vez mais em alta e deve permanecer”, avaliou.

Neste sentido, o empresário lembrou que o MeuVizinho.me é considerado a primeira rede social de consumo local do Brasil e é totalmente gratuito, tanto para quem divulga quanto para quem procura pelos serviços. As receitas do negócio, conforme ele, vêm da prestação de serviços e consultorias adicionais. Por isso, está servindo também como um importante auxílio para diversas empresas e pessoas perante a atual crise.

“Já levantamos várias boas histórias de profissionais autônomos e pequenos empreendedores que nasceram ou se reinventaram durante a pandemia. Com o uso do webapp já veem impacto nos negócios. Em Minas temos, por exemplo, a Bolaria do Davi (menino de 12 anos que começou a fazer e vender bolos na quarentena) e o De Comer Rezando (casal de cozinheiros que acabou perdendo o emprego logo no início da pandemia e começou a vender marmitas com um toque de alta gastronomia)”, enumerou.

O Meu Vizinho pode ser acessado em desktops e notebooks, mas o site também funciona para dispositivos móveis, sem a necessidade de baixar um aplicativo. No entanto, a empresa garante que em breve o aplicativo estará disponível para Android e iOS, mas apenas como mais uma opção.

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/

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